Combate Rock http://combaterock.blogosfera.uol.com.br O Combate Rock é um espaço destinado a pancadarias diversas, com muita informação, opinião e prestação de serviços na área musical, sempre privilegiando um bom confronto, como o nome sugere. Sat, 23 Mar 2019 09:53:50 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.2 Resenhas rápidas: Accept, Avantasia, Metal Church, Billy Gibbons… http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/03/23/resenhas-rapidas-accept-avantasia-metal-church-billy-gibbons/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/03/23/resenhas-rapidas-accept-avantasia-metal-church-billy-gibbons/#respond Sat, 23 Mar 2019 09:53:50 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=25114 Marcelo Moreira

– Accept – A virada na carreira dos alemães do Accept é uma das mais impressionantes na história do heavy metal. Depois de várias tentativas de retorno do cantor Udo Dirkschneider, a história do grupo parecia terminada em 2005. Cinco anos depois, membros remanescentes resolveram fazer nova tentativa, desta vez com o cantor americano Mark Tornillo, homem de voz potente e marcante, que lembrava levemente o antigo vocalista. Deu muito certo e, quatro álbuns de estúdio depois, a banda coroa a excelente fase com um lançamento de peso. “Symphonic Terror – Live at Wacken 2017” não é simplesmente um lançamento ao vivo com orquestra, como tantos outros nos últimos temos. A ideia era mostrar que a orquestra não era mero apêndice, mas parte integrante do som da banda, com arranjos específicos para tornar a audição mais impactante no importante festival alemão. O resultado foi magnífico, reunindo músicas de todas as fases do grupo e trechos criados especialmente para a Orquestra Sinfônica de Praga. Um golaço da banda alemã.

– Avantasia – O projeto Avantasia cresceu e acabou se tornando a ocupação principal do cantor e ocasionalmente baixista alemão Tobias  Sammet – o que causou um certo estresse com os integrantes de sua banda de rock, o Edguy. Inquieto e prolífico, Sammet foi em frente e transformou o Avantasia em uma fábrica de dinheiro em um momento em que a indústria fonográfica virou pó. Mais do que as histórias das óperas-rock do empreendimento, o que chama a atenção é a quantidade de convidados especiais a cada novo álbum “Moonglow”, o mais recente, é meio que o início de uma comemoração dos 20 anos de criação do projeto. Mais enxuto do que os trabalhos anteriores, traz dessa vez gente do calibre de Geoff Tate (ex-Queensryche), Hansi Kursch (Blind Guardian), Mille Petrozza (Kreator) e Candic e Night (Blackmore’s Night, mulher de Ritchie Blackmore). Por ser mais enxuto, “Moonglow” é mais direto e menos pomposo, embora os arranjos orquestrais sejam de muito bom gosto. Curiosamente, um dos destaques é a versão de “Maniac”, uma canção pop dos anos 80, da trilha sonora do filme “Flashdance”. Se era para ser uma brincadeira, acabou dando muito certo na voz de Eric Martin, o vocalista do Mr. Big.

– Metal Church – Nome injustiçado do thrash metal californiano, contemporâneo de Metallica e Megadeth, forma, ao lado do Overkill, do Exodus e do Testament o “Big Four” alternativo do subgênero. “Damned If You Do” é o mais recente trabalho do quinteto norte-americano, que manteve o cantor Mike Howe pelo segundo álbum consecutivo – a rotatividade de integrantes sempre foi um grande problema para a banda. Com excelente produção, o álbum traz uma série de pancadas, com muito peso e a guitarra de Kurdt Vanderhoof soando melhor do que nunca. A faixa-título é a melhor do disco, mas a “Revolution Underway” é outro destaque.

– Billy Gibbons – O mestre da guitarra do ZZ Top engrenou de vez na carreira solo enquanto a banda texana estica cada vez mais seus hiatos entre discos e turnês. “The Big Bad Blues” é o segundo em três anos e é, de certa forma, um recuo diante dos experimentos realizados no anterior. Agora é blues puro, com um sotaque moderno, mas sem misturas com raps ou outras formas de música (em especial as latinas). Há uma certa reverência ao passado, mas é impossível fugir dos timbres característicos do ZZ Top. É o caso de dois clássicos de Muddy Waters, “Rollin’ and Tumblin'”e “Standin’ Around Crying”, onde a guitarra suja comanda as ações. “Crackin’ Uop”, de Bo Diddley, é outro acerto do disco, com o desempenho de Gibbons acrescentando muito mais suingue a uma música que ja que ganhou milhares de versões. “Second Line” e “Mo’ Shower Blues” são outros destaques que poderiam muito bem estar em qualquer álbum mais recente do ZZ Top.

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Metallica vai se reunir com orquestra de San Francisco http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/03/22/metallica-vai-se-reunir-com-orquestra-de-san-francisco/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/03/22/metallica-vai-se-reunir-com-orquestra-de-san-francisco/#respond Fri, 22 Mar 2019 20:00:02 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=25294 Do site Roque Reverso

Metallica (FOTO: DIVULGAÇÃO)

O Metallica vai se reunir com a Orquestra Sinfônica de San Francisco novamente num show ao vivo. Desta vez, será para comemorar o aniversário de 20 anos de “S&M”, trabalho especial da banda lançado em 1999 em álbum ao vivo e DVD que mostrou o grupo tocando justamente com a orquestra da cidade norte-americana.

A apresentação está sendo lançada com o nome de “S&M²”. Está marcada para o dia 6 de setembro na arena Chase Center, em San Francisco.

O show também será o de inauguração desta nova casa, que é uma arena construída para o time de basquete Golden State Warriors.

Segundo o Metallica, o maestro Michael Tilson Thomas dará início a sua temporada final como diretor musical da San Francisco Orchestra, conduzindo parte do show.

O vocalista e guitarrista James Hetfield e o baterista Lars Ulrich, líderes do Metallica, fizeram o anúncio nesta segunda-feira, 18 de março, juntos de Michael e outros representantes do Golden State Warrios e o prefeito de San Francisco, London Breed. A venda aberta dos ingressos começará na sexta-feira, 22 de março.

S&M foi gravado nos dias 21 e 22 de abril de 1999 no Berkeley Community Theatre, pelo Metallica juntamente com a Orquestra Sinfônica de São Francisco. Este álbum apresenta hits do Metallica e duas faixas inéditas, “Minus Human” e “No Leaf Clover”, todas tocadas ao vivo.

Na ocasião, o regente da orquestra foi Michael Kamen, que faleceu em 2003.

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Notas roqueiras: Age of Artemis, Banda Mantiqueira, Jesuton… http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/03/22/notas-roqueiras-age-of-artemis-banda-mantiqueira-jesuton/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/03/22/notas-roqueiras-age-of-artemis-banda-mantiqueira-jesuton/#respond Fri, 22 Mar 2019 15:00:14 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=25176

– A banda Age of Artemis informa que o novo álbum “Monomyth” será lançado no Japão pela gravadora King Records, no dia 27 de Março. No Brasil, o álbum será lançado no dia 2 de Abril com o apoio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura. Assista o web-clipe da música “The Calling”: https://youtu.be/KREkfo11G9w. A banda Age of Artemis é formada por Pedro Campos (vocal), Giovanni Sena (baixo), Jeff Castro (guitarra), Gabriel Soto (guitarra) e Riccardo Linassi (bateria). A capa foi desenhada por João Duarte. “Monomyth é o trabalho que melhor nos representa. Estamos muito felizes com o resultado e acredito que iremos surpreender muita gente”, disse Giovanni Sena.

– O Sesc 24 de Maio recebe a Banda Mantiqueira, formada por iniciativa de Nailor Proveta, no dia 27 de março (quarta, às 21). A apresentação acontece no teatro, com a participação de Virgínia Rosa, ex-integrante da banda Isca de Polícia, de Itamar Assumpção. Os ingressos custam de R$ 9 a R$ 30. A banda Mantiqueira teve início em 1983, com Nailor Proveta, tocando em bares de São Paulo e registra apresentações em Lisboa, Cidade do Porto, Free Jazz Festival, Rio de Janeiro e EUA. Possui três CDs gravados: Aldeia (1996), Bixiga (2000) e com a Osesp em concerto apresentado na Sala São Paulo, em dezembro de 2000. O CD Aldeia foi nominado ao Grammy, em 1998. As composições possuem forte influência das orquestras de Severino Araújo, Thad Jones, Count Basie, Duke Ellington, Pixinguinha, Cartola, Nelson Cavaquinho, Tom Jobim, entre outros. O processo seletivo dos músicos que compõem a Banda Mantiqueira decorreu de maneira natural. Buscou-se artistas que ansiavam por liberdade de expressão e um suingue brasileiro.

Serviço:

Dia: 27/03. quarta, às 21h

Local: Teatro | 216 lugares

Ingressos: R$30 (inteira); R$15 (meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência); R$9 (credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). Ingressos à venda a partir de 19/03, às 12h, no portal sescsp.org.br, e 20/03, às 17h30, nas bilheterias das unidades da rede Sesc SP. Venda limitada a 4 ingressos por pessoa.

Duração: 90 minutos.

Classificação etária: 12 anos

SESC 24 DE MAIO

Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo

Fone: (11) 3350-6300

– A cantora inglesa Jesuton se apresenta no Sesc 24 de Maio no dia 26 de Março, terça, em duas sessões: às 18h e às 21h. O show tem repertório do disco “Home” (2017), seu primeiro trabalho autoral que revela o universo da cantora, produzido por Mario Caldato. Os ingressos custam de R$ 9 a R$ 30. Rachel Jesuton, nasceu na Inglaterra e mudou-se para o Brasil em 2012. Começou a sua carreira cantando nas ruas do Rio de Janeiro. Ganhou destaque no YouTube, com sua performance e, em poucos meses, foi contratada pela gravadora Som Livre. No ano de 2012, lançou o disco “Encontros” e dois anos depois o DVD “Show Me Your Soul”, com releituras e clássicos da soul music. Seu último disco, Home, possui participações de Seu Jorge, Dani Black, Salvatore Cafiero e uma versão intimista de “Black to Black”, da cantora Amy Winehouse, e outras músicas de sua carreira. Jesuton é acompanhada de Bruno Silveira (bateria), Isaac Negrene (guitarra) e Robson Couto (baixo) e com a participação do naipe de metais do Afrojazz, grupo idealizado por Eduardo Santana, com inspiração nos desdobramentos musicais dos povos africanos.

Serviço:

SESC 24 DE MAIO RECEBE JESUTON

Dia: 26/03. Terça, às 18h e às 21h

Local: Teatro | 216 lugares

Ingressos: R$30 (inteira); R$15 (meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência); R$9 (credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). Ingressos à venda a partir de 19/03, às 12h, no portal sescsp.org.br, e 20/03, às 17h30, nas bilheterias das unidades da rede Sesc SP. Venda limitada a 4 ingressos por pessoa.

Duração: 90 minutos.

Classificação etária: 12 anos

SESC 24 DE MAIO

Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo

Fone: (11) 3350-6300

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Rodrigo Mantovani e Big Creek Slim mergulham no blues tradicional http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/03/22/rodrigo-mantovani-e-big-creek-slim-mergulham-no-blues-tradicional/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/03/22/rodrigo-mantovani-e-big-creek-slim-mergulham-no-blues-tradicional/#respond Fri, 22 Mar 2019 10:00:50 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=24908 Marcelo Moreira

Todo baterista sofre para montar e desmontar seu instrumento quando vai tocar em algum lugar, assim coo é complicado transportar o instrumento. Na base da piada, o baixista Rodrigo Mantovani também reclama quando precisa levar seu imenso contrabaixo acústico para algum lugar. Mas o sacrifício compensa: quem vê o instrumentista brasileiro tocando de forma concentrada e precisa, não imagina o quanto ele se diverte fazendo blues.

O contrabaixo imenso é a grande arma que Mantovani apresenta para ter se tornado um dos músicos brasileiros mais requisitados no Brasil e no exterior para fazer blues e jazz, tendo tocado com os principais nomes do gênero no Brasil e também com alguns dos artistas estrangeiros mais importantes da atualidade.

Para quem acompanha o músico brasileiro, seus trabalhos mais conhecidos em CD são a parceria com Celso Salim em “Diggin’ the Blues”, no qual divide os créditos, e “Let Them In”, da cantora paulista Bia Marchese, álbum no qual é produtor e diretor musical  – é também o diretor musical da banda que acompanha a moça.

E eis que a parceria mais nova do baixista é internacional. “First Born” é a primeira colaboração de Mantovani com o guitarrista dinamarquês Big Creek Slim, álbum lançado no Brasil pela onipresente e necessária Chico Blues Records.

A parceria é internacional, mas não “muito”: Slim, cujo nome verdadeiro é Marc Rune, é um músico que perambulou bastante pelos Estados Unidos para respirar e tocar blues.

De forma improvável, foi parar em São Paulo anos atrás por sugestão de amigos brasileiros empolgados pelo renascimento do interesse pelo gênero no Brasil e na cidade. Deveria ficar algum tempo apenas antes de voltar para a Dinamarca. Acabou permanecendo por três anos, fixando residência primeiro em Santa Catarina, e depois no Rio Grande do Sul.

Gringo cativante e gentil, ávido por conversar e fazer amizades, tocou com todos os músicos importantes do blues brasileiro – não é à toa que “First Born” tem as participações dos irmãos Igor Prado (guitarra), Yuri Prado (bateria) e do excelente pianista e tecladista gaúcho Luciano Leães, além do trumpetista Sidmar Viera.

O álbum é de uma beleza singela em sua simplicidade. Cantor de voz rouca, Big Creek Slim é um guitarrista de bons recursos e obcecado por timbres clássicos. Seu desempenho no dobro (violão com corpo de aço) é elogiável, buscando uma sonoridade diferente e mais profunda, ao estilo do brasileiro Celso Salim, hoje radicado em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Já Mantovani mostra muito talento e certo virtuosismo. É o baixista que segura a onda em qualquer ambiente, mantendo o ritmo e fornecendo a base e apoio para que o guitarrista desempenhe sem preocupações.

É blues de gringo? Sem dúvida, e a dupla nunca quis diferente. É blues da melhor qualidade, com sentimento e classe, eficiência e técnica.

O desfile de clássicos do gênero faz com que a possibilidade de escorregões seja mínima. No caso de “First Born”, não há nenhum.

“Baby, Please Don’t Go”, clássico eterno imortalizado por Muddy Waters e que ganho versões eletrizantes de roqueiros como o AC/Dc, se transforma em uma balada agressiva e dramática, tendo o baixo de Mantovani como contraponto perfeito para a guitarra acústica lamuriosa de Creek.

“Rollin’ & Tumblin'” é outra versão em que o blues se torna visceral, quase folk, com um trabalho vocal bem feito e boas soluções de arranjos para uma canção que todo mundo conhece. Na mesma linha a dupla segue em “Million Years Blues”, do Sonny Boy Williamson, e “Motherless Children”, de Blind Willie Johnson.

Das 16 canções do álbum, 6 são de Big Creek Slim. Nas canções autorais, o guitarrista e cantor se arrisca um pouco mais, tentando linhas melódicas menos óbvias, como na faixa-título e na pungente “”I Love My Baby”.

Já “Teddy’s On a Sunday Night”, que abre o trabalho, Slim e Mantovani ensaiam um pequeno duelo, onde o vocal mais forte é utilizado meio que para dar o tom do que o CD pretende.

O mercado fonográfico ainda sofre muito com as consequências da crise econômica e os segmentos undeground, digamos assim, encontram muito mais obstáculos, tanto que é nítida a diminuição de lançamentos de de CDs de blues e jazz desde 2017.

Diante desse panorama, a chegada de “First Born” é digna de celebração. Tem gringo na parada? Até tem, mas com certeza é um dinamarquês que está mais para habitante de Porto Alegre e São Paulo do que de Copenhague.

 

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Rock in Rio confirma Whitesnake e define ingresso ao valor de R$ 525 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/03/21/rock-in-rio-confirma-whitesnake-e-define-ingresso-ao-valor-de-r-525/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/03/21/rock-in-rio-confirma-whitesnake-e-define-ingresso-ao-valor-de-r-525/#respond Thu, 21 Mar 2019 20:00:06 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=25260 Do site Roque Reverso

Os organizadores do Rock in Rio confirmaram oficialmente nesta sexta-feira, 15 de março, o lendário Whitesnake como atração da edição que acontecerá na capital fluminense no segundo semestre de 2019.  Além da banda de hard rock, que tocará no Palco Sunset, foram anunciados três nomes de fora do rock para o Palco Mundo: Ivete Sangalo, Aloki e Cardi B.

O Whitesnake tocará do dia 28 de setembro no Palco Sunset. No Palco Mundo, neste mesmo dia, já estão definidos Foo Fighters, Weezer e Tenacious D, faltando apenas um nome para completar a escalação.

Ivete Sangalo tocará no Palco Mundo no dia 29 de setembro, que já tem Bon Jovi, Dave Matthews Band e Goo Goo Dolls.

Aloki e Cardi B tocarão no Palco Mundo no dia 27, onde o headliner definido é o cantor Drake.

Ingressos

Além das atrações, a organização anunciou o valor oficial definitivo dos ingressos. O preço para a entrada inteira será de R$ 525,00, com meia entrada a R$ 262,50.

O valor definido é pouco superior ao da venda especial que aconteceu em novembro de 2018 de 198 mil Rock in Rio Cards. Na ocasião, o preço foram de R$ 495,00 (inteira) e R$ 247,50 (meia-entrada).

A venda para o público geral acontecerá no dia 11 de abril,  a partir das 19 horas.

Antes, porém, do dia 21 de março, a partir das 19 horas, ao dia 10 de abril às 19 horas, haverá uma pré-venda para clientes dos cartões de crédito Itaú (categorias Platinum, Black e Infinite), Itaucard (categorias Platinum, Black e Infinite) e Credicard Black.

Nas vendas para o festival, os membros do Rock in Rio Club, clube de fidelidade do festival, poderão garantir seus ingressos com exclusividade somente durante o período da pré-venda onde poderão comprar até 4 ingressos por dia, por CPF, sendo até uma meia-entrada por dia.

Os clientes Rock in Rio Club que efetuarem o pagamento utilizando cartões Itaú, Itaucard ou Credicard (qualquer categoria) terão 15% de desconto, não cumulativo com outros descontos ou com a meia entrada e a possibilidade de parcelar em 8 vezes sem juros.

Já com os demais cartões de crédito aceitos a compra poderá ser parcelada em até 6 vezes sem juros.

Clientes dos cartões de crédito Itaú (categorias Platinum, Black e Infinite), Itaucard (categorias Platinum, Black e Infinite) e Credicard Black também poderão comprar ingressos na pré-venda, com desconto de 15% no valor do ingresso, não cumulativo com outros descontos ou com a meia entrada e parcelamento em até 8 vezes sem juros.

Para este público, o benefício estará sujeito ao estoque de ingressos disponíveis e limitado a quatro ingressos por dia do Rock in Rio, sendo até 10 ingressos por CPF no total.

Sem taxa de conveniência

A venda dos ingressos acontecerá no site Ingresso.com, canal de vendas oficial do festival desde 2011. A compra ocorrerá exclusivamente online, sem taxa de conveniência.

Antes de finalizar a compra do ingresso, será possível contribuir para o projeto socioambiental Amazonia Live, que serão revertidos em combos de 1, 2, 4, 6, 8, 10 e 20 árvores a serem plantadas na Amazônia.

O preço é de R$ 4,70 por árvore acrescido das taxas de transações financeiras. Todas as doações serão depositadas na conta do FUNBIO – Fundo Brasileiro para a Biodiversidade.

Entrega

Como na edição passada, o público receberá as pulseiras com chip referentes ao dia do festival que foi comprado. Para quem optou por entrega em domicílio, receberá suas pulseiras até agosto de 2019.

Já os clientes que optaram pela retirada em ponto físico, poderão buscar suas pulseiras a partir de julho 2019, em local a ser definido, na cidade do Rio de Janeiro.

Atrações

O Rock in Rio de 2019 acontecerá na Cidade do Rock nos dias 27, 28 e 29 de setembro e 3, 4, 5 e 6 de outubro.

O evento será realizado pela segunda edição consecutiva no Parque Olímpico.

Por enquanto, no Palco Mundo as datas estão definidas com as seguintes atrações:

No dia 27 de setembro, tocam Drake, Cardi B e Aloki. No dia 28, tocam Foo Fighters, Weezer e Tenacious D. No dia 29, vão se apresentar Bon Jovi, Dave Matthews Band, Goo Goo Dolls e Ivete Sangalo.

No dia 3 de outubro, o Palco Mundo terá o Red Hot, o Panic! At The Disco e Nile Rogers, faltando apenas uma atração para fechar o palco.

No dia 4, a Noite do Metal, terá Iron Maiden, Scorpions, Megadeth e Sepultura. No dia 5 de outubro, os nomes pops são P!nk, Black Eyed Peas, H.E.R. e Anitta.

No dia 6, por sua vez, tocam no Palco Mundo: Muse, Imagine Dragons, Nickelback e Os Paralamas do Sucesso.

Quanto ao Palco Sunset, o cantor Seal será atração principal do dia 27 de setembro. A cantoria baiana Xenia França vai participar de algumas canções no show especial que Seal está preparando para o evento.

Para o dia 28, a atração principal confirmada do Palco Sunset era, até o anúncio do Whitesnake, Lulu Santos, que tocaria junto com o cantor Silva. Depois do anúncio da banda, o nome do cantor sumiu da lista no site do Rock in Rio.

No dia 29, é a vez da cantora Jessie J ser a atração especial neste palco secundário, que terá Pará Pop no dia 3 de outubro como atração escalada.

No dia 4 de outubro, completam a Noite do Metal, mas no Palco Sunset: Slayer; Anthrax; Claustrofobia e Torture Squad, que recebem simplesmente o grande Chuck Billy, vocalista da banda norte-americana Testament; além da banda Nervosa, que vem sendo uma das bandas brasileiras mais elogiadas internacionalmente na atualidade.

No dia 5, o único nome, por enquanto, é o de Charlie Puth. E, no dia, 6, a vinda inédita do lendário King Crimson, todos no Sunset.

8ª edição

A edição de 2019 será a 8ª do Rock in Rio no Brasil. O festival foi realizado na capital fluminense em 1985, 1991, 2001, 2011, 2013, 2015 e 2017.

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Orquestra Jovem Tom Jobim estreia em março temporada 2019 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/03/21/orquestra-jovem-tom-jobim-estreia-em-marco-temporada-2019/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/03/21/orquestra-jovem-tom-jobim-estreia-em-marco-temporada-2019/#respond Thu, 21 Mar 2019 17:30:35 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=25297 Do blog Mannish Blog

FOTO: DIVULGAÇÃO)

Sob a batuta do maestro Tiago Costa, a Orquestra Jovem Tom Jobim, grupo ligado à Emesp Tom Jobim, abre em 22 e 24 de março a temporada 2019 com concertos no Theatro São Pedro, Em São Paulo.

Na estreia, o grupo divide o palco com o premiado pianista Amilton Godoy – um dos responsáveis por trazer a linguagem jazzística ao samba na década de 1960 com a música instrumental do Zimbo Trio – e a flautista Léa Freire.

O programa será inteiramente dedicado a álbuns, compositores e estilos que marcaram sua época na música brasileira, mas com arranjos elaborados especialmente para a orquestra.

As composições de Amilton, escritas originalmente para trio com piano, contrabaixo e bateria, ganharam para estes concertos arranjos cuidadosamente adaptados por Tiago Costa, Nelson Ayres, Rodrigo Morte e Fernando Correa para formação de orquestra.

Programa:
Amilton Godoy:
Tudo Bem – (arr. Tiago Costa)
Teus Olhos (arr. Rodrigo Morte)
Choro (arr. Fernando Correa)

Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Morais
Jobim Lado B
O boto
Pato preto
Quebra pedra (arr. Tiago Costa)
Suíte Canção do Amor Demais
Chega de saudade
Serenata do adeus
As praias desertas
Caminho de pedra
Luciana
Janelas abertas
Eu não existo sem você
Outra vez
Medo de amar
Estrada branca
Vida bela Modinha
Canção do amor demais – (arr. Rodrigo Morte) [18m]

Milton Nascimento
Suíte Milton
Travessia
Ponta de areia
Teia de areia
Fé cega faca amolada
Nada será como antes
O que foi feiro de vera
Certas canções
Maria maria (arr. Nelson Ayres)

Léa Freire
Risco (arr. Nelson Ayres)
Vento em Madeira (arr. Léa Freire e Felipe Senna)

Serviço:
Datas: 22 e 24 de março
Horários: sexta, às 20h e domingo, às 11h
Local: Theatro São Pedro
Endereço: Rua Barra Funda, 161 – Barra Funda, São Paulo/SP
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) para todos os setores (Plateia Central, 1º e 2º Balcão)
Classificação indicativa: Livre
Duração: 80 minutos sem intervalo (aproximadamente)
Mais informações: (11) 3661-6600
Capacidade: 636 lugares
Acessibilidade: Sim

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Notas roqueiras: Thiago Pethit, José Ciaglia, Falso Coral… http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/03/21/notas-roqueiras-thiago-pethit-jose-ciaglia-falso-coral/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/03/21/notas-roqueiras-thiago-pethit-jose-ciaglia-falso-coral/#respond Thu, 21 Mar 2019 14:54:37 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=25218

Capa do CD de Thiago Pethit

– O cantor Thiago Pethit lança o seu disco. “Mal dos Trópicos (Queda e Ascensão de Orfeu da Consolação)” foi gravado em 2018 nos estúdios Diogo Strausz e Trampolim e conta com colaborações especiais, como Maria Beraldo tocando clarinete. A produção e arranjos e ficaram a cargo de Diogo Strausz. Como sugere o título, “Mal dos Trópicos” é um conjunto de canções para tempos escuros. Junto com o álbum em todas as plataformas streaming, ele também lança uma série de áudio vídeos, dirigidos por Camila Cornelsen e com direção de arte da ManMade. Ao longo das nove faixas do álbum, o músico e ator paulistano canta sobre a ausência de amor e esperança em uma São Paulo mitológica, onde lugares reais, como a Praça da República e o Edifício Copan, viram cenários para Pethit recriar o mito de Orfeu. Com o subtítulo “Queda e Ascensão de Orfeu da Consolação”, o disco reimagina o herói grego como um cantor e poeta, personagem urbano. Voltando de sua temporada no inferno em busca de Eurídice, ele se depara com um país em luto em pleno Carnaval, enfrenta seus demônios nas ruas da República e tem seu coração devorado pelas Bacantes nos bares da Consolação.

– “Olhos de Criança” é o primeiro álbum do compositor santista José Ciaglia. Produzido de forma independente, está sendo lançado inicialmente em formato digital, nas plataformas SoundCloud e YouTube. A sonoridade transita entre a bossa nova e o rock clássico, passando pelo Tropicalismo, Clube da Esquina e elementos do folclore e música caipira. As letras, escritas em linguagem direta, convidam à adoção de um estilo de vida simples, livre de apelos de consumo e direcionado a valores espirituais e de ligação com a natureza. O álbum foi inteiramente gravado e mixado no estúdio caseiro do autor, entre 2015 e 2018, em um processo quase artesanal. José Ciaglia fez todas as vozes, violões e guitarras; as linhas de baixo, teclados, cordas, sopros e metais foram escritas pelo músico e convertidas em arquivos sonoros; baterias e percussões são samplers disponíveis na internet. As 12 músicas foram compostas entre 1994 e 2010.

– A banda Falso Coral lança “A Hora Chega”, primeiro single de seu primeiro álbum, “Delta”. Com uma mistura única de viola caipira com rock alternativo, o disco é produzido por André Whoong e chega em abril com participações da cantora Tiê e do duo Antiprisma. “A Hora Chega” abre a nova fase da banda apresentando uma sonoridade mais madura do seu trabalho, construída com muito tempo de experimentação no palco. Atualmente, Falso Coral inclui Bella M nos vocais, Bemti nos vocais e na viola caipira, Guilherme Giacomini nos teclados, Henrique Vital no baixo e Pedro Lauletta na bateria. A faixa é o primeiro lançamento da banda desde o single “Pé No Chão”, em 2017, e o EP “Folia”, em 2016, e traz referências como Arcade Fire e a psicodelia folk dos anos 60. Ouça em https://www.youtube.com/watch?v=dlQ0beLG_R0.

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Greta Van Fleet: pedradas são justas, mas a banda tem alguns méritos http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/03/21/greta-van-fleet-pedradas-sao-justas-mas-a-banda-tem-alguns-meritos/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/03/21/greta-van-fleet-pedradas-sao-justas-mas-a-banda-tem-alguns-meritos/#respond Thu, 21 Mar 2019 09:30:29 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=25243 Marcelo Moreira

Greta Van Fleet (FOTO: DIVULGAÇÃO)

O som é datado e remete a um passado idílico, onde todos os ouvintes da banda adorariam ter estado em alguma edição do festival britânico de Knebworth nos anos 70, viajando ao som do Led Zeppelin. Ou, quem sabe, curtindo adoidado Jimi Hendrix em seus estertores, seja nos festivais de Woodstock ou Ilha de Wright.

E então sacamos que, finalmente, temos o primeiro álbum dos caipiras norte-americanos do Greta Van Fleet e sua cópia descarada de todos os sons e vocais da banda de Jimmy Page e Robert Plant – ok, isso já era mais do que esperado.

Os moleques do Greta são a grande sensação roqueira nova desde o ano passado, por mais que seja irritante a imitação do Led Zeppelin. Transformaram essa “desvantagem” na grande força de seu trabalho, por mais paradoxal que seja.

Não demorou para que os garotos reacendessem, a implicância dos puristas, que não aceitam as semelhanças com  a banda de Jimmy Page (um gaiato espirituoso não perdeu tempo e afirmou que ao menos isso: conseguiram criar alguma polêmica no rock frouxo da atualidade).

Greta Van Fleet conseguiu inspirar ódio em vários ambientes nas redes sociais. Muita gente não se conforma que uma banda iniciante sem a menor originalidade consiga chamar a atenção enquanto outras melhores ralam em busca de atenção. (Críticos musicais afirmam que existiam milhões de bandas melhores do que os Rolling Stones em Londres em 1963, mas foram estes que ganharam o mundo. Então…)

Não é para tanto esse ódio desenfreado. E é verdade que eles colocaram de novo o rock nos holofotes e em algumas paradas musicais. Esse um feito reconhecido por muitos críticos musicais respeitáveis no Brasil e no exterior.

Mas será que o rock está tão no buraco que a salvação teve de vir de quatro moleques caipiras dos Estados Unidos de 19 anos que nada mais fazem do que emular o Led Zeppelin quase nos mínimos detalhes?

E tem gente respeitável pegando muito pesado e ignorando o fato de que os moleques estão tentando “resgatar” o rock. “Você conhece aquela banda terrível Greta Van Fleet? Eu acho que eles são absolutamente abismais. Acho eles terríveis. Acho que é uma piada. Mas, eles são um exemplo de banda”, detonou o multi-instrumentista e produtor inglês Steven Wilson (ex-Porcupine Tree) no podcast norte-americano myRock.

“Estão em alta porque eles são jovens e bonitos, eles parecem uma boy-band, eles tocam essa imitação de terceira categoria do Led Zeppelin. Mas eles são bonitos, então têm toda a ajuda da mídia e uma audiência massiva por trás deles. Em dez anos ninguém vai lembrar quem eles são. Posso estar errado – talvez eles provem isso. De repente eles se transformam numa boa banda e fazem um bom álbum. Mas esse é o ponto. No momento, são só uma versão boy-band de Led Zeppelin”, criticou o músico inglês.

E a música?

Muitos vão dizer que é implicância de roqueiro velho – coisa de quem não tem argumentos sólidos sobre a questão -, mas o fato é que o som dos quatro garotos ultrapassa, e muito, a mera semelhança.

“Anthem of the Peacful Army”, o tão aguardado primeiro álbum da banda, é uma grande evolução em relação aos dois EPs anteriores – que foram reunidos em um só no EP de oito músicas “From the Fires”, de 2017.

Os caras têm garra, isso é inegável. Canções fortes como “Safari Song” e “Highway Tune”, do EP reunido, ganharam os serviços de streaming do mundo inteiro e transformaram um quarteto interiorano dos Estados Unidos em sensação roqueira mundial.

O primeiro álbum não tem, ainda, um grande hit potencial, mas já mostra um amadurecimento na composições, que melhoraram bastante. Eles encontraram soluções melódicas interessantes para canções versáteis e, de certa forma, simples. Só que a grande questão que fica é: tudo é muito, mas muito parecido com Led Zeppelin. Demais da conta.

A trinca que abre o disco define o que é a obra: força, garra, peso e trabalho de guitarras muito bom. “Age of Man” é uma canção forte e tensa, que mostra o que a banda está se tornando. “The Cold Wind” é um pouco mais lenta, só que levada que remete diretamente ao álbum “Houses of the Holy”, o quinto do Led Zeppelin, de 1973.

“When the Courtain Falls”, a primeira música a ser liberada para o mercado, é a melhor do álbum e, outro paradoxo, a mais zeppeliniana. As guitarras estão mais na cara e a letra faz algum sentido – em meio a um excesso de ode às namoradas, amantes, esposas e afins. Traz o melhor vocal entre as 11 músicas.

A imitação ao Led chega ao ponto de interferir na distribuição das faixas ao longo do álbum, remetendo aos cinco primeiros discos da banda inglesa.

A desaceleração proposital na segunda metade, com canções baseadas no violão, puxam o clima para o folk e para o country, com quatro baladas e semibaladas, como a bela “Mountain of the Sun” e a interessante “Anthem”.

Greta Van Fleet não surpreendeu em seu álbum de estreia, fez exatamente aquilo que se esperava dos quatro garotos na casa dos 20 anos e apaixonados por Led Zeppelin.

Foram um pouco além, é verdade, com músicas um pouco mais maduras e com arranjos interessantes. A discussão agora é a seguinte: até quando vão se sustentar em cima dos riffs de Jimmy Page?

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Notas roqueiras: Edu Falaschi, Leeds… http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/03/20/notas-roqueiras-edu-falaschi-leeds/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/03/20/notas-roqueiras-edu-falaschi-leeds/#respond Wed, 20 Mar 2019 23:54:52 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=25279

– Em celebração aos 15 anos do álbum “Temple of Shadows”, o vocalista Edu Falaschi, juntamente com a Orquestra Bachiana Filarmônica regida pelo aclamado maestro João Carlos Martins, anuncia a participação especial do cantor Guilherme Arantes para o show de São Paulo, no Tom Brasil, dia 4 de maio. O evento histórico será registrado em DVD para um futuro lançamento. Kai Hansen (Gamma Ray) e Sabine Edelsbacher (Edenbridge) também farão participações especiais.

SERVIÇO:
Edu Falaschi e João Carlos Martins em SP
Quando: 4 de Maio – Sábado às 22h
Local: Tom Brasil
Endereço: Rua Bragança Paulista, 1281
Cidade: São Paulo/SP
Online: https://www.ingressorapido.com.br/event/10283

Ingressos:
Pista 4° Lote: R$ 110,00 (inteira) / R$ 55,00 (meia-entrada)
Cadeira Alta V.Parcial (esgotado)
Camarote (esgotado)
Frisas (esgotado)
Pista Vip (esgotado)

– Quando retomaram as atividades no ano passado, a Leeds tinha muito bem definido o planejamento para os meses subsequentes. Voltar aos palcos, compor e ir a estúdio gravar um novo disco. Cada etapa foi cumprida e, no dia 29 de março, o power trio de Santo André (SP) enfim lança o terceiro álbum, “Tormenta”, que sai nas principais plataformas de streaming pelo renomado selo carioca Abraxas Records. As novidades não param por aí: no dia seguinte, 30/3, a banda faz o show de lançamento de “Tormenta” no 74 Club (Santo André). Gravado em um formato ao vivo em abril de 2018, “Tormenta” foi produzido pela própria banda e conta com a engenharia de som, mixagem e masterização de Alexandre Fontanetti e Leandro Henrique no estúdio Space Blues, em São Paulo.

 

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Na festa dos Jacksons, é proibido ficar parado! http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/03/20/na-festa-dos-jacksons-e-proibido-ficar-parado/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/03/20/na-festa-dos-jacksons-e-proibido-ficar-parado/#respond Wed, 20 Mar 2019 20:03:52 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=25273 Nelson Souza Lima – especial para o Combate Rock

The Jacksons em São Paulo (FOTO: NELSON SOUZA LIMA)

Foram mais de quatro décadas de espera, mas valeu a pena. No último sábado o Espaço das Américas, quase lotado, recebeu um dos maiores nomes da Black Music. Os irmãos Jackson cantaram alguns dos grandes sucessos do R&B, Funk e Soul. O grupo que nasceu Jackson 5 lá nos anos 60 revelou ao mundo Michal Jackson, que mais tarde se tornaria o Rei do Pop, se apresentou reduzido a um trio.

Jermaine Jackson teve que deixar a turnê latino-americana por problemas de saúde, então coube a Jackie, Marlon e Tito fazer o  público viajar no tempo à uma época em que dançar era a palavra de ordem.
Com uma pontualidade absurda exatamente às 22 horas as luzes apagam e o mantra Jacksoniano “Can You Feel It” dá início a apresentação. Uma competente banda manda ver o hit para esquentar os fãs de todas as idades.
Mini covers de Michael Jackson dividiam espaço com clones adultos do Rei do Pop.
Quando Marlon, Tito e Jackie entraram a máquina de dançar dos Jacksons foi acionada. Mas o que se tornou corriqueiro nos shows rolou também. A maioria preferiu gravar a apresentação em detrimento de curtir o momento. A praga de celulares impedia uma visão legal dos Jacksons. Então se não pode vencê-los, junte-se a eles: gravei vídeos também.
Celulares à parte o trio têm larga experiência e sintonia. Tanto nas coreografias quanto nos vocais os irmãos mandam bem. Ouvir hits como “I Want You Back”, “ABC”, “Never Can You Say Goodbye” é bom pra alma e pros ouvidos. Música boa não tem prazo de validade.
Do Rei do Pop não poderiam deixar de fora as sensacionais “Rock Whit You” e “Blame To the Boogie”, do ótimo “Off The Wall”, de 1978 e “Wanna Be Statin’ Somethin”, do mega-sucesso “Thiller’, de 1982.
Não são bobos e escolheram músicas daqueles que considero os dois melhores álbuns de MJ em carreira solo.
Um dos momentos mais legais rolou com “I will be There”, baladaça emotiva, cantada a plenos pulmões pela plateia.
Outra bem dançante também é “We Made It”, do álbum solo de Tito, que de guitarra sempre em punho, mostrou ser um razoável instrumentista.
Por volta das 23h07 os Jacksons encerraram com “Shake Your body (Down To The Ground)”, algo como balança até o chão. Os caras se despediram e deixaram o palco. A banda encerrou o show e também deixou o palco.
Surpreendentemente não teve bis. Tirando o fato de ser um show curtíssimo e não ter bis. Valeu a pena. Mas o gostinho de quero mais ficou entalado na garganta dos fãs.
Set list – The Jacksons – Espaço das Américas – 16/03/2019
Can You Feel It
Blame It on the Boogie
(Mick Jackson cover)
Rock With You
(Michael Jackson cover)
Enjoy Yourself
Show You the Way to Go
Lovely One
I Want You Back / ABC / The Love You Save / Dancing Machine
(The Jackson 5 cover)
Never Can Say Goodbye
(The Jackson 5 cover)
I’ll Be There
(The Jackson 5 cover)
We Made It – Tito’s Music
This Place Hotel
Wanna Be Startin’ Somethin’
(Michael Jackson cover)
Shake Your Body (Down to the Ground)
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