Combate Rock http://combaterock.blogosfera.uol.com.br O Combate Rock é um espaço destinado a pancadarias diversas, com muita informação, opinião e prestação de serviços na área musical, sempre privilegiando um bom confronto, como o nome sugere. Tue, 27 Jun 2017 20:01:55 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.2 Saiba quem são as atrações do Santos Jazz Festival – parte 1 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2017/06/27/saiba-quem-sao-as-atracoes-do-santos-jazz-festival-parte-1/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2017/06/27/saiba-quem-sao-as-atracoes-do-santos-jazz-festival-parte-1/#respond Tue, 27 Jun 2017 20:01:55 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=17659 Do site Mannish Blog

Ari Kumar (FOTO:: DIVULGAÇÃO)

Divazz – Neste projeto as duas vocalistas do Programa Altas Horas e Corina Sabbas (do Programa Sexo e as Negas) apresentam um show vibrante e surpreendente. Elas montaram um show especial para o Santos Jazz 2017. No repertório, temas das divas do jazz, Ella Fitzgerald, Billie Holiday, Sarah Vaughn, Anitta O’Day, e as musas do blues, Etta James, Koko Taylor, Shemekia Copeland e muitas outras. Inspiradas pelos Girls Groups norte-americanos das décadas de 60 e 70, como The Supremes e The Marvelettes e aproveitando os diferentes timbres de voz de cada uma, as cantoras Graça Cunha, Nanny Soul e Corina alternam-se entre solos, duetos e novos arranjos vocais, apresentando ao público um show para lá de vibrante.

Rosa Marya e Banda Jazzileira – Idealizada pelo saxofonista Maurício Fernandes, a banda está acostumada a apresentar repertório autoral e releituras instrumentais de compositores populares como Duke Ellington, Tom Jobim, Wayne Shorter, Jonnhy Alf e outros. Já Rosa Marya trabalhou no lendário Beco das Garrafas ao lado de grandes nomes da música brasileira como Sérgio Mendes, Luiz Eça e Edson Machado. É antológica a sua participação na montagem brasileira do musical Hair, mas também é reverenciada pelos seus dotes jazzísticos e blueseiros. Juntos também farão um show especialmente montado para o Santos Jazz Festival. A Jazzileira é Ricardo Teixeira (bateria), Nei Rocha (baixo acústico), Daniel Simonian (guitarra), Robson Nogueira (piano), Sandiego Santos (tuba), André Farias (flauta), Rich Nichols (trompete), Cláudio Guillen (trombone) e Maurício Fernandes (sax).

Quizumba Latina & Lucia Spivak – Afro Sambas – Quizumba Latina é formada por Ugo Castro Alves, Theo Cancello, Rodrigo Vilela, Rodrigo Farias, Jonatas Silva e Alan Plocki, experientes e requisitados músicos do cenário santista. Nasceu quando o músico e produtor Ugo Castro Alves propôs ao cenário musical de Santos as noites de AFROLATINA, febre que rapidamente se espalhou pela cidade. Na festa, que acontece em diferentes locais, a banda anfitriã recebe convidados especiais para participações e improvisos no palco. No Santos Jazz recebe a cantora Lucia Spivak.

Aki Kumar – O indiano Aki Kumar se mudou para o Vale do Silício, na Califórnia EUA, aos 18 anos de idade. Seu objetivo, como o de muitos outros, era ser um engenheiro de software bem-sucedido, porém, algo aconteceu ao longo do caminho: ele descobriu a música de Howlin ‘Wolf e os clubes de Blues na área da baía de São Francisco. Seu primeiro álbum foi lançado em 2014, intitulado Do Not Hold Back; o segundo Aki Goes to Bollywood (2016), saiu pelo selo Little Village, do conceituado bluesman Jim Pugh. No Brasil uma banda de feras acompanha o indi-californiano: Beto Zigler (bateria), Raoni Bracher (baixo), Danilo Simi (guitarra), Nicolas Simi (guitarra) e Marcelo Naves abre o show com sua harmônica.

Liniker e os Caramelows – é o resultado de um encontro entre a cantora Liniker e uma banda de Araraquara formada por Rafael Barone (baixo), William Zaharanszki (guitarra), Pericles Zuanon (bateria), Márcio Bortoloti (trompete) e Renata Éssis (backing vocais). Logo lançaram Cru, o primeiro EP, embalado pelo primeiro single, “Zero”. Os vídeos com a interpretação das canções do projeto ganharam milhões de visualizações rapidamente. Durante a turnê de divulgação do trabalho, a banda realizou 80 shows por diversas partes do Brasil. Remonta, o álbum de estreia, lançado em setembro de 2016, contou com a ajuda dos fãs através por meio de financiamento coletivo no Catarse. Hoje Linker e os Caramelows são artistas em ascensão, tendo seus shows concorridíssimos pelos fãs.

Komboio Cultural – É uma ação itinerante de ativação cultural em espaços públicos, destinado a ocupar praças, ruas, parques e afins com arte e cultura. É plataforma para diversas linguagens artísticas e manifestações culturais, em especial a música, por seu alcance. O Komboio chega com toda a sua estrutura para as apresentações ao ar livre, sem cobrança de ingresso, democratizando o acesso à arte e garantindo este direito constitucional de todo brasileiro. O Komboio vem desde 2016, circulando por espaços públicos das cidades da Baixada Santista e Grande São Paulo. Em cada espaço apresenta diferentes formações e atrações. No Santos Jazz Festival 2017, apresenta o que há de melhor na música instrumental e na canção popular.

 

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Notas roqueiras: Robertinho de Recife, Final Disaster, Ricardo Confessori… http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2017/06/27/notas-roqueiras-robertinho-de-recife-final-disaster-ricardo-confessori/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2017/06/27/notas-roqueiras-robertinho-de-recife-final-disaster-ricardo-confessori/#respond Tue, 27 Jun 2017 15:00:30 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=17637

Robertinho de Recife e Metalmania (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Robertinho de Recife & Metalmania estão lançando dois novos videoclipes (“Little Witch” e “Stupid Ballad”), músicas de seu novo EP, “Wild”, que acaba de ser disponibilizado em diversas plataformas, dentre elas, o Spotify. Ouça o EP “Wild”: https://open.spotify.com/album/7fQ2hF15WJVoWyt2fX8t1D. Os vídeos podem ser conferidos no YouTube: “Little Witch”: https://www.youtube.com/watch?v=UK1du6_6EvM; “Stupid Ballad”:https://www.youtube.com/watch?v=qeJLFiynGZY&t=8s. Além de “Little Witch” e “Stupid Ballad”, o EP ainda conta com “Wild Animal”. “Wild Animal” aparece em vídeo com montagens de imagens retiradas de shows que o músico e sua banda realizaram entre 2016 e 2017 –  https://www.youtube.com/watch?v=t0qapKbEypc. A formação do Metalmania traz, além de Robertinho nas seis cordas, Lucky Leminski (vocal), Chicralla (baixo) e Sergio Naciff (bateria). Em abril eles fizeram a abertura do show do Korn, em um Espaço das Américas lotado, agradando a fãs mais jovens, e sendo ovacionados ao termino de sua apresentação.

– O Final Disaster realizou a gravação do primeiro videoclipe de seu novo EP, “The Darkest Path”. A música escolhida, foi “Beware The Children”. A direção do clipe é de Roberta Fabruzzi . O vocalista Kito Vallim falou sobre o trabalho: “As gravações superaram nossas expectativas. Nossa intenção sempre foi de gerar um impacto diferente, e acho que conseguiremos mostrar um pouco mais dos nossos demônios internos para os que tiverem coragem de assistir”. A previsão de estreia é para o final de julho. A formação do Final Disaster traz Kito Vallim (vocal), Laura Giorgi (vocal), Daniel Crivello (guitarra), Rodrigo Alves (guitarra), Felipe KBÇA (baixo) e Bruno Garcia (bateria).

– No dia 2/07 (Domingo), Ricardo Confessori & Banda fazem show especial no bar Rock Club (R. José Bonifácio, 90, São Bernardo do Campo), com as participações especialíssimas de seus ex-parceiros de Angra, Rafael Bittencourt e Luís Mariutti (ex-Angra e ex-Shaman) e Bruno Sutter (o Detonator da banda Massacration). Será a primeira vez na região, com esse time de músicos. O repertório do show será formado pelos clássicos do Angra e Shaman. A abertura ficará por conta da banda Metal Invaders, tocando todos os clássicos do Helloween. Acompanham Ricardo Confessori, um time de músicos experientes do cenário nacional, como, Fabio Carito (baixo, Warrel Dane, ex-Shadowside), Thiago Oliveira (guitarra, Warrel Dane, Seventh Seal), Affonso Jr (guitarra, Revenge, Hardwood) e Alax Willian (vocal, Hardwood).

SERVIÇO:

Confessori & Banda apresentando os clássicos do Angra e do Shaman

Participações especiais de Rafael Bittencourt (Angra), Luis Mariutti (ex Angra e Shaman) e Bruno Sutter (Massacration) 

Abertura: Helloween Cover com a banda Metal Invaders 

Dia: 02/07 (Domingo)

Loca: Rock Club

Endereço: R. José Bonifácio, 90, São Bernardo do Campo

Horário:  19h

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Santos Jazz Festival 2017 celebra as mulheres e a diversidade de gênero http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2017/06/27/santos-jazz-festival-2017-celebra-as-mulheres-e-a-diversidade-de-genero/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2017/06/27/santos-jazz-festival-2017-celebra-as-mulheres-e-a-diversidade-de-genero/#respond Tue, 27 Jun 2017 10:01:30 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=17653 Do blog Mannish Blog

Divazz (FOTO: DIVULGAÇÃO/NINA DUMON)

O Santos Jazz Festival 2017, que será realizado entre 27 e 30 de julho, trabalhará temas com identificação às origens do jazz homenageando as mulheres, que esse ano, estão em maioria na programação.

Em nova locação, o festival traz Liniker e os Caramelows, Ellen Oléria, Divazz, Rosa Marya, Bluebell, Aki Kumar, Traditional Jazz Band, lançamentos de CD e livro entre as atrações.

O show de abertura será com a banda Divazz que desenvolveu um repertório especialmente para o festival, incluindo temas de Ella Fitzgerald, Nina Simone, Billie Holiday, Aretha Franklin, Esperanza Spalding, Madeleine Peyroux e outras grandes intérpretes.

Outro show conceitual é Blubell Canta Madonna que, com seu quarteto, veste com roupa jazzística os clássicos da cantora pop. E ainda Rosa Marya & Banda Jazzileira, Carla Mariani Blues com o show Jazz Divas e Dolores in Blues.

Também é tema central do festival o combate a qualquer tipo de preconceito. Liniker & os Caramelows e Ellen Oléria & Banda foram os convidados para levar a bandeira da diversidade de gêneros, racial e social e respeito às diferenças.

Entre as atrações internacionais, Ari Kumar Blues Band (Califórnia – USA), Alba Santos (Espanha), Jes Condado & Banda e Trio de Cuatro (Argentina).

Arcos do Valongo, nosso novo palco – A abertura do festival será no Sesc Santos com o show da banda Divazz. Os outros 16 shows acontecerão no espaço “Arcos do Valongo”, no Centro Histórico de Santos – situado ao lado da Estação de Bonde do Valongo, da Igreja do Valongo e do Museu Pelé.

O espaço também fica bem próximo ao Prédio da Bolsa do Café e Casa da Frontaria Azulejada – referências históricas da cidade.

Por ser um amplo espaço, serão oferecidas outras atrações como food trucks, food bikes, bares, espaço kids (onde os pais podem deixar os filhos com monitoras), Space Maker, com impressora 3D (faça seu próprio instrumento) e Feira de Vinil.

Teremos também os lançamentos do livro Blues – The Backseat Music, do jornalista Eugênio Martins Jr e do CD do Igor Willcox Quarteto.

A entrada no espaço Arcos do Valongo e todos os shows são gratuitos, inclusive o do Teatro do Sesc.

Programação

Abertura – Teatro do Sesc
Quinta-feira, 21h – (27/07)
DIVAZZ – Tributo às Divas Jazz (participação de Rosa Marya)

Palco Arcos do Valongo
Sexta-feira (28/07)
19h Rosa Marya & Banda Jazzileira
20h30 50 anos dos Afro-sambas – Quizumba Latina & Lucia Spivak (Argentina)
22hs Ari Kumar Blues Band (USA)
23hs Liniker e os Caramelows

Sábado (29/07)
Estação do Valongo
06h 6° Valongo Motor Classics
12h Komboio Cultural
Palco Arcos do Valongo
13h Djs Santos Jazz + Feira Arts & Foods
15h Escola Simonian in Concert
17h Carla Mariani & Banda – Tributo às Divas do Jazz & Blues
18h30 Thiago Espírito Santo & Silvia Goes convidam Alba Santos (Espanha)
20h Igor Willcox 4tet
21h30 Blubell & Banda
23h Ellén Oléria & Banda

Palco Arcos do Valongo
Domingo 30/07
13h Djs Santos Jazz + Feira Arts & Foods
14h30 Banda Marcial de Cubatão – Clássicos do Jazz
16h Dolores in Blues
17h Jes Condado & Banda (Argentina)
18h30 Roberto Sion & Anaí Rosa
20h Tradicional Jazz Band

Eventos paralelos:
Sexta-feira (28/07)
12 às 14h – Street Jazz Band –  (Restaurantes do Centro Histórico)
17h – Barca DH –  (Santos\Vicente de Carvalho)
Sábado (29/07) 
18h – Lançamento do livro Blues – The Backseat Music, do jornalista e produtor Eugênio Martins Júnior
Sábado (29/07) e domingo (30/07)
15 e 17h – Bonde Jazz
Cine Santos Jazz – 28 a 30/07 – Sessões da 18h30 (Cine Arte Posto 4)
Oficinas:
– Thiago Espírito Santo (Domingo/tarde)
O Palco Arcos do Valongo fica na rua Comendador Neto, 9. Atrás do Museu Pelé, no Centro Histórico de Santos.
O Sesc Santos fica na rua Conselheiro Ribas, 139 – Aparecida.
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Green Day volta ao Brasil em novembro http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2017/06/26/green-day-volta-ao-brasil-em-novembro/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2017/06/26/green-day-volta-ao-brasil-em-novembro/#respond Mon, 26 Jun 2017 20:06:18 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=17615 Do site Roque Reverso

Green Day (FOTO: DIVULGAÇÃO)

O Green Day voltará ao Brasil em novembro para trazer a turnê de divulgação do seu álbum mais recente. Nesta segunda-feira, 19 de junho, a consagrada banda norte-americana confirmou que se apresentará em quatro capitais do País: Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre.

No Rio de Janeiro, o grupo tocará na Jeunesse Arena, no dia 1º de novembro. Em São Paulo, fará show na Arena Anhembi, no dia 3 de novembro. Em Curitiba, vai se apresentar na Pedreira Paulo Leminski, no dia 5 de novembro. Em Porto Alegre, tocará no Anfiteatro do Beira-Rio, em 7 de novembro.

Os shows fazem parte da Revolution Radio Tour. Na  América Latina, além do Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e México receberão a banda.

O grupo The Interrupters, de Los Angeles, é o convidado especial para abrir as apresentações na América do Sul.

No Brasil, os shows fazem parte da plataforma Live Music Rocks, promovida pela MOVE Concerts. Até meados de 2018, toda a plataforma Live Music Rocks levará a assinatura do Banco do Brasil, que oferecerá benefícios exclusivos para os clientes Ourocard.

Entre os benefícios estão a pré-venda exclusive, 50% de desconto na compra de ingressos via cartão de credito, condições de parcelamento e a possibilidade de troca de pontos Livelo por ingressos com valores reduzidos, sujeito a disponibilidade. Ourocard é o cartão oficial da plataforma e a Cielo é o meio de adquirência oficial da plataforma.

A pré-venda de ingressos, exclusiva para clientes Banco do Brasil com cartão Ourocard, abre no dia 27 de junho para o Rio de Janeiro; 23 de junho para São Paulo, e 4 de julho para Curitiba e Porto Alegre.

A venda geral começa no dia 30 de junho para o Rio de Janeiro; 26 de junho para São Paulo; e 7 de julho para Curitiba e Porto Alegre. O site oficial para a venda na internet é o da Livepass.

Para o show do Rio de Janeiro, os ingressos inteiros têm os seguintes preços: Pista Premium (R$ 560,00); Pista (R$ 280,00); Cadeira Nível 1 (R$ 400,00); Cadeira Nível 2 (R$ 220,00); e Camarote (R$ 520,00).

Em relação à apresentação em São Paulo, os ingressos inteiros custam R$ 540,00 para a Pista Premium e R$ 280,00 para a Pista.

Quanto ao show de Curitiba, os ingressos inteiros têm os seguintes preços: Pista Premium (R$ 640,00); Pista (R$ 400,00); e Camarote (R$ 700,00).

Para o show de Porto Alegre, os valores para a entrada inteira são os seguintes: Pista Premium (R$ 380,00); Cadeira Inferior (420,00); Cadeira Superior (R$ 240,00); Lounge (R$ 600,00); e Tribuna (R$ 460,00).

A turnê que o Green Day trará ao Brasil divulga o álbum “Revolution Radio”, lançado em outubro de 2016. É o 12º disco da banda, sucedendo o projeto audacioso de três álbuns que a banda trouxe em 2012: “¡Uno!”; “¡Dos!”; “¡Tré!”.

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Notas roqueiras: Edu Falaschi, Dragonheart, Aquilla… http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2017/06/26/notas-roqueiras-edu-falaschi-dragonheart-aquilla/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2017/06/26/notas-roqueiras-edu-falaschi-dragonheart-aquilla/#respond Mon, 26 Jun 2017 20:00:20 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=17604 00

– O vocalista Edu Falaschi informa que a turnê solo ao lado dos músicos Aquiles Priester (Hangar, Tony Macalpine, Noturnall) e Fabio Laguna (Hangar) teve uma mudança de nome por questões legais para “Rebirth of Shadows Tour”. Todos os shows estão mantidos e garantidos pelo músico e contratantes, inclusive o show em São Paulo, no Carioca Club, dia 23 de julho (domingo). Edu Falaschi está de volta cantando os sucessos e recriando a magia dos álbuns “Rebirth”, “Hunters and Prey”, “Temple of Shadows”, “Aurora Consurgens” e “Aqua”. Ao longo de sua carreira, Falaschi vendeu mais de 1 milhão de discos, gravou 15 álbuns, realizou várias turnês mundiais, especialmente no Japão, Europa, EUA e América do Sul, além de ter tocado nos mais importantes festivais do mundo como Rock in Rio, Wacken, Sweeden Rock, Monsters of Rock, Prog Power, Rock Machina, Gods of Metal, etc.Em sua primeira turnê solo o artista interpreta músicas dos álbuns “Rebirth”, “Hunters and Prey”, “Temple of Shadows”, “Aurora Consurgens” e “Aqua”. Para a inauguração dessa fase comemorativa Edu Falaschi ainda conta com um time de estrelas. Entre elas estão o baterista Aquiles Priester, o tecladista Fabio Laguna, além de Diogo Mafra e Raphael Dafras da banda Almah e o guitarrista Roberto Barros.

SERVIÇO SÃO PAULO
Edu Falaschi “Rebirth of Shadows Tour”
Data: 23 de julho de 2017 (domingo)
Local: Carioca Club
End: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – próximo ao Metrô Faria Lima
Hora: 18h (portas) | 20h (Edu Falaschi “Rebirth of Shadows Tour”)
Show de Abertura: 19h (Attractha)
Classificação etária: 16 anos (14 e 15 anos: entrada permitida com responsável legal)
Duração: Aproximadamente 120 minutos
Estacionamento: nas imediações (sem convênio)
Estrutura: ar condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes e enfermaria
SETORES/VALORES:
PISTA – R$ 60,00 (meia-entrada e promocional*) | R$ 120,00 (inteira)
CAMAROTE: R$ 100,00 (meia-entrada e promocional*) | R$ 200,00 (inteira)
*O ingresso promocional antecipado é válido mediante a entrega de 1 kg de alimento não perecível na entrada do evento.
Ponto de venda (sem taxa de conveniência – pagamento apenas em dinheiro):
Carioca Club: segunda/sábado: 12h à 20h
VENDA ONLINE (com taxa de conveniência): http://www.clubedoingresso.com/edufalaschi-sp
Mais pontos de venda autorizados com taxa de conveniência: http://www.clubedoingresso.com/ondecomprar

– Em celebração ao Dia Mundial do Rock, a 3ª edição da festa vai acontecer dia 8 de julho, mais uma vez no John Bull Pub. A primeira delas é o Dragonheart, com 20 anos de carreira, que está a pleno vapor na divulgação de seu 4º álbum de estúdio, The Battle Sanctuary. A segunda é o Aquilla, grupo que pratica um som pesado de ritmo cativante, aliado a letras que são verdadeiras odes a bebedeiras e farras em geral; diversão garantida. Antes de vê-los, garanta que há uma garrafa de cerveja em suas mãos. Também fazem parte o Disharmonic Fields, que divulga o aclamado álbum Devil’s Weapon Shot e o Archityrants, influenciado por nomes como Black Sabbath e Candlemass, que lançará nesta noite o disco “The Code of the Illumination Theory”, o segundo de sua carreira. Haverá ainda um show especial com o Evilution, banda tributo a um dos maiores nomes do Heavy Metal de todos os tempos: Ronnie James Dio. As apresentações vão acontecer no sábado, 8 de julho. As portas abrem às 20 horas, com som mecânico. A casa fica na Rua Mateus Leme, 2204, no São Francisco. Os ingressos estarão à venda apenas no local, no dia do evento; o masculino custará R$ 20 e o feminino, R$ 15. Ao lado do local há estacionamento fechado.

SERVIÇO
METAL WARRIORS – Show com AQUILLA, ARCHITYRANTS, DISHARMONIC FIELDS e DRAGONHEART
Data: 8 de julho de 2017 (sábado)
Local: John Bull Pub
Endereço: Rua Mateus Leme, 2204
Horário: 20h
Ingressos: R$ 20 (masculino), R$ 15 (feminino)
Venda: Apenas no dia do show, na bilheteria da casa
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1836294009969744/ Página do Festival: https://www.facebook.com/MetalWarriorsFest

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Notas roqueiras: Dark Avenger, Orckout, NoPorn… http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2017/06/26/notas-roqueiras-dark-avenger-orckout-noporn/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2017/06/26/notas-roqueiras-dark-avenger-orckout-noporn/#respond Mon, 26 Jun 2017 14:58:30 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=17650

– O Dark Avenger anunciou para 30 de setembro a celebração de lançamento de “The Beloved Bones: Hell”. O show será em São Paulo, no Clash Club, na Barra Funda,  e contará ainda com a presença das bandas HellArise e Primator.
O ingressos antecipados com preço promocional já estão à venda e podem ser comprados pelo link:
https://ticketbrasil.com.br/show/5193-darkavenger-saopaulo-sp/. A apresentação será dividida assim:

– 1º Ato: ‘The Beloved Bones: Hell’ na íntegra;
– Interlúdio: versões acústicas das baladas que marcaram a história do Dark Avenger;
– 2º Ato: clássicos da banda, abrangendo os discos ‘Dark Avenger’, ‘Tales Of Avalon The Terror & The Lament’ e ‘X Dark Years’.

‘The Beloved Bones: Hell’ está previsto para ser lançado no dia primeiro de agosto. O material teve todo o conceito criado por Mário Linhares e conta com composições do cantor e dos guitarristas Glauber Oliveira e Hugo Santiago. Glauber assina toda a produção do álbum, além da gravação e mixagem do disco, que foram realizadas no Asylum Studios, em Brasília/DF. A masterização ficou a cargo de Tony Lindgren. A arte da capa foi feita pelo artista francês Bernard Bitler.

Serviço:
Dark Avenger apresenta The Beloved Bones – o show
Bandas convidadas: Primator e Hellarise
Data: 30 de setembro de 2017 – sábado
Local: Clash Club
Endereço: Rua Barra Funda, 969
Hora: 18h 
Capacidade: 700 lugares
Estrutura: ar-condicionado, acesso para deficientes somente na pista, área para fumantes
Cartões: Visa, Mastercard, Elo, American Express e Dinners
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/199980260527776/

– O primeiro disco do NoPorn foi lançado em 2006 e acaba de ser relançado. Com o título de “Noporn” (assim mesmo, tudo minúsculo), o álbum teve boa repercussão na noite paulistana no início dos anos 2000. Naquela época, a artista plástica Liana Padilha e o DJ Luca Lauri se apresentavam no Clube Xingu, projeto de arte e diversão de Zeca Gerace e Victor Correa, e depois passaram a tocar também no Clube Vegas.  Músicas como “Baile de Peruas” e “Sônia” embalam as pistas de casas noturnas até hoje, enquanto “Xingu” está na trilha do filme “Beira-Mar”, de 2015. Com a volta do duo ano passado, quando lançaram o segundo álbum, “BOCA”, percebeu-se um resgate dos antigos hits, o que impulsionou o relançamento. Esta nova edição do álbum conta com uma faixa exclusiva. A música ‘Janelas’ ganhou remix produzido por Fernando Britto, o Tin God, produtor musical desde 2002 com influências de house, electro e synth pop. Para comemorar, Luca e Liana vão apresentar faixas do primeiro e segundo disco na sexta (30), no Sesc Belenzinho. A noite ainda conta com a participação especial do maranhense, radicado no Rio de Janeiro (RJ), Negro Leo. O cantor, compositor e instrumentista, que lançou ano passado seu mais recente disco, Água Batizada, é influenciado pelo free jazz de Peter Brötzmann, pelo tropicalismo de Caetano e Macalé, e pela nowave de James Chance e Arto Lindsay. Negro Leo vem se destacando na cena carioca, onde conheceu Liana. Além de Negro Leo, a apresentação também terá as participações do pianista Arthur Braganti, que toca teclado/piano/sintetizador nas bandas Letuce, Séculos Apaixonados e Tinta Preta, e do músico Lucas de Paiva, do projeto Opala, calcado em fortes influências oitentistas. Enquanto Arthur tocará teclados no show, Lucas será responsável pelo sax.

 

 

 

 

 

 

SERVIÇO

NoPorn se apresenta no Sesc Belenzinho (part. Negro Leo)

Local: Sesc Belenzinho – R. Padre Adelino, 1000
Data:
30.06

Horário: 21h
Ingressos: R$ 20,00 (inteira); 10,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante) e R$ 6,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes).
Venda online a partir de 20 de junho, às 15h30, no Portal Sesc (www.sescsp.org.br)
Venda nas bilheterias do Sesc a partir de 21 de junho, às 17h30.

– O mais recente trabalho do Orckout, o EP ‘Destination’, está agora disponível nas principais plataformas de música digital do mundo, como Spotify e iTunes. Para ouvir, basta fazer uma busca pela banda em seu aplicativo de preferência ou seguir um dos links abaixo:
https://open.spotify.com/album/7Cigg0BjECSmtw5Lyb7tj8
https://itunes.apple.com/br/album/destination-single/id1248236784
http://www.deezer.com/album/43185141
‘Destination’ foi gravado no Estúdio G3 por Alessandro Sá com produção da própria banda. Já a masterização ficou nas mãos de Fernando Quesada (Nocturnall). A capa ficou sob responsabilidade do próprio guitarrista do grupo, Eder Munhoz.

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Racionais MCs, muito mais rockers do que os roqueiros nacionais http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2017/06/26/racionais-mcs-muito-mais-rockers-do-que-os-roqueiros-nacionais/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2017/06/26/racionais-mcs-muito-mais-rockers-do-que-os-roqueiros-nacionais/#respond Mon, 26 Jun 2017 09:34:17 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=17541 Marcelo Moreira

Racionais MCs no Red Bull Station: da esq. para a dir., Edi Rock, KL Jay, Mano Brown e Ice Blue (FOTO: MARCELO MOREIRA)

O evento é restrito, mas o pequeno salão está lotado. É a noite de uma segunda-feira chuvosa de junho, no centro de São Paulo, e o Red Bull Station abriga uma exposição muito legal sobre a carreira dos Racionais MCs, ainda hoje a mais relevante banda de rap brasileira.

A abertura da exposição é marcada por uma raríssima entrevista dos quatro integrantes, juntos em um tablado respondendo a perguntas formuladas pelo jornalista (e fã) André Caramante, do coletivo Ponte Jornalismo.

A conversa foi bem humorada. Deveria ser sobre como a banda pode ser inserida dentro do contexto sociopolítico e cultural atual, mas girou somente sobre a história dos Racionais.

E aí é que a coisa se conecta com o rock. A trajetória do principal nome do rap nacional, em suas extremas dificuldades e à margem da sociedade em boa parte de seus quase 30 anos de existência, joga luz no mercado pop nacional e explicita a inversão de valores em relação aos Estados Unidos: o rap é que representa no Brasil a vitória da periferia e da pobreza em um mercado hostil e pouco disposto a dar voz ao novo e ao que é incômodo.

Claro que nada disso é novidade, assim como desde sempre o rock por aqui sempre foi uma coisa de classe média, e até certo ponto elitizada, como podemos observar na rebeldia “silver spoon” (colher de prata, em inglês, termo que serve para identificar os bem nascidos na Inglaterra) dos roqueiros brasilienses dos anos 80, que vieram a se transformar em Legião Urbana, Capital Inicial e outras bandas.

Escutar Mano Brown, KL Jay, Edi Rock e Ice Blue narrar as peripécias para poderem tocar e as dificuldades causadas pela falta total de dinheiro e o modo como perseveraram é uma aula de resistência e rebeldia.

Esqueça as histórias, verdadeiras e falsas, que rodeiam o grupo – violência, incitação à violência, e muito mais. Artisticamente, a trajetória dos Racionais é elucidativa porque serve de paradigma em relação às constantes reclamações – também verdadeiras – de encolhimento do mercado do pop e do rock, e da transformação do heavy metal em subgênero cada vez mais underground.

Se as reclamações dos roqueiros atuais sobre as dificuldades para ganhar dinheiro, para encontrar lugar para tocar e por ter um público hoje reduzidos têm as suas justificativas, ao ouvir as histórias de Brown e companhia tudo isso não passa de mimimi de garoto com guitarra nova enclausurado no quarto choramingando.

É duro ter admitir, ainda que parcialmente – e contra a vontade – que o rap hoje e desde sempre foi o braço da resistência e da rebeldia contra o sistema no Brasil – algo que o punk rock esboçou no começo dos anos 80, mas que logo deixou esfarelar.

De alguma maneira, tal estado de coisas foi narrado de forma competente, mas não tão focado, no ótimo livro “Dias de Luta”, do jornalista e cineasta Ricardo Alexandre.

Fica claro que havia rebeldia e revolução de menos no chamado Brock (rock brasileiro dos anos 80) e alinhamento de mais com as gravadoras e o maistream cultural da época – e olhe que tivermos bandas importantes que tentaram quebrar esse paradigma, com Camisa de Vênus, Plebe Rude, Garotos Podres, Cólera, Ratos de Porão e Golpe de Estado.

Revolta e sangue nos olhos em uma periferia perigosa e sobre os permanentes olhares – e violência – do Estado por conta da polícia ávida por descer a pancada na juventude esmagadoramente negra e nordestina das margens da sociedade.

Essa é uma descrição das perifas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Salvador e outras cidades brasileiras, mas é bem semelhante à de várias áreas dos Estados Unidos nos anos 50,60 e 70, e também da Inglaterra setentista.

Nestes antros e guetos é que surgiu o rock contestador e revoltado, em meio à pobreza e falta de dinheiro, antes de tudo virar classe média e cooptado pelo mercado – ok, exageros à parte…

Os quatro Racionais deram a letra: não basta só ralar e ter talento, é necessário também ter muita humildade e perseverança, artigos escassos há algum tempo no rock e no pop nacionais.

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Notas roqueiras: Fabiano Negri, Soez, Trayce… http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2017/06/25/notas-roqueiras-fabiano-negri-soez-trayce/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2017/06/25/notas-roqueiras-fabiano-negri-soez-trayce/#respond Sun, 25 Jun 2017 19:08:00 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=17613

Fabiano Negri (FOTO: DIVULGAÇÃO/DIEGO RODRIGUES)

– O cantor e compositor Fabiano Negri (Rei Lagarto, Dusty Old Fingers) liberou mais uma faixa do seu novo álbum, “When Nothing is Right, Anything is Possible”.  O lyric video da balada The Long Run tem edição de Nara Leão de Almeida e arte feita por Atila Fabbio. O novo trabalho chega dia 24 de junho e já pode ser adquirido em pré-venda no site oficial do músico. https://www.youtube.com/watch?v=EO4aaAOvLWs. Para mais informações acesse: www.fabianonegri.com.

– Após estrear com o EP “Água pra Beber”, a banda paulistana de stoner rock Soez acaba de lançar um documentário produzido por Igor Lavrador. Gravado no estúdio B7, o material conta um pouco sobre o surgimento e a formação do grupo, além do processo de gravação e composição do primeiro EP. O documentário também apresenta imagens do show “Live in Lapa”, filmado no auditório do Senac Lapa (SP) em 2016, material que encontra-se disponível em todas as plataformas digitais e com vídeos no canal oficial do grupo no YouTube.
Diego Melo (vocal, ex-Trayce), Gabriel Basaglia (guitarra), Johnny Hass (baixo, ex-Command6) e Fernando Batata (bateria) atualmente estão em fase final de pré-produção para um novo trabalho de estúdio que, segundo a banda, mostrará evolução e amadurecimento, tanto na parte lírica quanto no instrumental. “Focaremos mais no stoner rock, com músicas mais pesadas. Vamos manter as letras sarcásticas com temas do cotidiano, como política, religião, entre outros”, comentou o vocalista Diego Melo sobre o álbum, ainda sem título definido, que tem previsão de lançamento para o segundo semestre.

– Uma banda que nasceu como uma “carta coringa”, quando atendia por Ace 4 Trays, não poderia deixar a mesa de jogo. Assim, mesmo com as mudanças estilísticas, de concepção e de obstáculos enfrentados, o Trayce retorna agora com o álbum “Miragem”. A formação atual, com Raphael Castejon (vocal), Fabricio Modesto e Alex Gizzi (guitarras), Rafael Palmisciano (baixo) e Cadu Gomes (bateria), cuidou meticulosamente para que o material tivesse a nova cara do grupo. “Foram dois anos entre composição, pré-produção, gravações e mixagem. Praticamente nos reuníamos todos os finais de semana na produtora Loud Factory ou na casa de Fabricio Modesto, onde ele tem um home studio”, contou Gizzi. Agora com letras em português, o conceito central do novo álbum trata sobre o falso “sonho americano”, onde as pessoas acreditam que para serem felizes precisam ter posses e bens materiais. “Algumas ficam ‘cegas’ durante o caminho para chegar ao tão sonhado ‘topo’ e passam por cima das outras, alimentando egos e vivendo uma vida de mentiras”, explicou Gizzi. “As letras mostram uma perspectiva de fora da situação. Não usamos uma linguagem de autoajuda, pois apontamos para o erro, apertamos a ferida e deixamos que cada um interprete como bem desejar. É comum escutarmos diversas interpretações das letras, mas sempre partindo do tema central, o que é interessante”, acrescentou Castejon. Com relação aos trabalhos anteriores, “Miragem” vem mais maduro e, ao mesmo tempo, ousado. “O disco está carregando a essência de nós cinco. Na parte instrumental, colocamos alguns instrumentos que não havíamos utilizado, como viola caipira e atabaques, assim como exploramos muitos sintetizadores e efeitos”, revelou Modesto. Veja o clipe da faixa “Domadores” em https://www.youtube.com/watch?v=pX8GQkFIHNs

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Documentário mostra saga do Sepultura e resistência após separação histórica http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2017/06/25/documentario-mostra-saga-do-sepultura-e-resistencia-apos-separacao-historica/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2017/06/25/documentario-mostra-saga-do-sepultura-e-resistencia-apos-separacao-historica/#respond Sun, 25 Jun 2017 10:00:29 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=17562 Flavio Leonel – do Site Roque Reverso

Se o fã de boa música conhece o mínimo de rock pesado, sabe perfeitamente a importância do grupo brasileiro Sepultura no cenário mundial. Após muita batalha, a banda chegou ao auge da popularidade em 1996, mas uma briga histórica entre os integrantes abalou a trajetória de sucesso, obrigando os músicos restantes a uma brava luta pela manutenção da carreira. É justamente sobre a resistência da banda contra todos os percalços que é feita a abordagem do documentário “Sepultura Endurance”.

A estreia oficial no Brasil ocorreu em 15 de junho, mas, um dia antes, foi criada uma pré-estreia especial nos cinemas do País.

O Roque Reverso assistiu ao documentário no dia 13 de junho, quando o “Sepultura Endurance” abriu oficialmente a recomendada e aguardada 9ª edição do Festival Internacional do Documentário Musical, o In-Edit Brasil, em sessão fechada, com a presença de convidados e imprensa.

O diretor Otávio Juliano obteve mais de 800 horas de filmagem e disse que a produção até chegou a ter dificuldade para armazenar uma quantidade tão grande de material. O empecilho decisivo, porém, foi a decisão dos irmãos Cavalera, de não participarem do documentário com seus depoimentos.

O vocalista e guitarrista Max Cavalera e o irmão baterista Igor Cavalera chegam a aparecer em gravações antigas e fotos, mas não estão ali para dar a versão da história. Com isso, Juliano foi obrigado a moldar seu trabalho, driblando este obstáculo extremamente importante.

Há fãs que até podem odiar a postura de Max após sua saída conturbada do Sepultura, tendo como pivô os atritos dos demais integrantes com sua esposa, a empresária Gloria Cavalera.

Há gente que gosta da banda e também pode não gostar da atitude do irmão baterista Igor de se juntar a Max anos depois da saída do vocalista. Mais ainda, há pessoas que podem não perdoá-los por algumas posturas, como o impedimento, segundo os produtores, da utilização de faixas inteiras da banda no documentário.

O que é, no entanto, impossível, é ignorar que a existência do Sepultura passa pela cabeça é pela alma dos irmãos e que muito do que o grupo se tornou até seu auge, na década de 90, tem papel fundamental destes dois músicos criativos.

Com isso, o foco adotado por Otavio Juliano para contar parte da história de mais de 30 anos do Sepultura foi a persistência após a separação, as dificuldades enfrentadas por uma banda que ficou sem seu vocalista, sem sua empresária e até sem sua gravadora.

E é aí que entra o papel também fundamental de dois batalhadores: o guitarrista e atual líder do grupo, Andreas Kisser, e do baixista Paulo Júnior, que “sobreviveram” a tudo e que estão aí para trazer diversas curiosidades do grupo.

Com habilidade para não alimentar ainda mais as discussões acaloradas sobre qual metade da banda está certa, Juliano trouxe uma narrativa interessante e dentro do possível com o material que tinha em mãos. O resultado é algo que certamente vai orgulhar não apenas os fãs da banda, mas os próprios brasileiros, já que o Sepultura e sua saga são um orgulho nacional.

O documentário do Sepultura começa com a mesclagem de depoimentos de figuras ilustres do heavy metal e cenas da banda no show histórico de 30 anos realizado em 2015 na Audio em São Paulo.

Entre as várias figuras do estilo que comentam sobre a importância da banda estão nada menos que o baterista Lars Ulrich, do Metallica; o baixista David Ellefson, do Megadeth; o vocalista Phil Anselmo, do Pantera e do Down, o guitarrista Scott Ian, do Anthrax; e o vocalista do Slipknot, Corey Taylor.

Eles vão e voltam com suas opiniões em vários momentos do filme e ajudam a entender não apenas a importância do Sepultura na cena do heavy metal como também as dificuldades que todas as bandas enfrentam nas turnês e no convívio do dia a dia, já que os ônibus, as viagens e a distância da família fatalmente sempre mexem com a cabeça de todos. E nunca é fácil lidar com isso.

Jean Dolabella

É justamente na captação do impacto das longas turnês sobre a cabeça de Jean Dolabella, baterista do Sepultura entre 2006 e 2011, que o documentário começa a engrenar e tomar forma. No ônibus da banda, Dolabella tem um papo honesto com Kisser, Paulo e o vocalista Derick Green, expondo a dificuldade de lidar, sobretudo, com a saudade imensa da família num dos vários e extensos períodos longe de casa.

O problema de Dolabella, que logo sairia do Sepultura, serve para dar uma amostra sobre como o convívio das turnês pode ter sido decisivo para o conflito anterior entre Max e o restante do grupo.

Fica muito claro que nem todo mundo está preparado psicologicamente para lidar com um vida que esmaga diariamente corações e mentes dos músicos. Obviamente, a vida de uma estrela do rock é desejada e admirada por inúmeros fãs, mas fica muito claro neste exemplo do ex-baterista que sempre há um preço caro a pagar pelo sucesso.

Jairo Guedz

Após o forte conteúdo emocional da questão de Jean Dolabella, o diretor do documentário consegue fazer um link com habilidade para contar a história do Sepultura. Para isso, é decisiva a participação de Jairo Guedz, guitarrista da fase inicial da banda que seria substituído mais tarde por Andreas Kisser.

É com o relato bem humorado e imperdível de Guedz que o filme mostra os primórdios da banda e de toda a importantíssima cena de heavy metal de Belo Horizonte nos Anos 80, com todas as dificuldades que só quem viveu o período complicado do País sabe bem. Depois disso, Kisser entra para contar, ao lado de Paulo Júnior, o restante da história do Sepultura.

A saga

A continuidade da saga do Sepultura é contada pelo guitarrista e pelo baixista da banda que voltam às ruas da Belo Horizonte atual para passar pelos arredores da lendária Cogumelo Records, que tanto foi decisiva para o heavy metal nacional. Eles visitam o proprietário da loja João Eduardo de Faria Filho e o encontro é muito bacana, com altas histórias sobre o passado.

Depois disso, o documentário mostra a casa de Paulo Júnior onde a banda ensaiava e passa a trazer a história que vai desde a entrada de Andreas Kisser na banda até a briga que resultou na separação em 1996.

É retratada a evolução da banda a cada disco, sempre com músicas retiradas da apresentação ao vivo na Audio. Presente no show de 2015 na capital paulista (veja a resenha aqui), este jornalista, que acompanha a banda ao vivo desde o histórico show da turnê do álbum “Arise” na Praça Charles Miller, em frente ao Estádio do Pacaembu, em 1991, tem quase certeza que aparece em algumas das cenas no meio do público na Audio, bem na fila do gargarejo. 😉

A briga

O período da ruptura histórica do Sepultura é muito bem retratado no documentário. Vários dos músicos que trazem o depoimento lamentam profundamente a briga da banda no seu auge, justamente quando ela já começava a brigar de igual para igual com nomes históricos do metal, como o Metallica e o Slayer.

O álbum “Roots”, que comemorou 20 anos de existência em 1996 e que até gerou uma elogiada turnê comemorativa paralela dos irmãos Cavalera no ano passado, é tratado por alguns como se fosse uma obra de arte. E é inevitável para todos que assistem ao documentário naquele momento o surgimento de um sentimento enorme de tristeza pela separação.

É óbvio que, jornalisticamente, seria imprescindível existir o famoso “outro lado”, contado por Max e Igor. Mas é difícil quando o “outro lado” se recusa a falar.

Somente com a versão contada por Kisser e Paulo Júnior, o diretor Otávio Juliano consegue trazer o período mais delicado da história do Sepultura.

Há, no entanto, todo um cuidado para não inflamar os ânimos, com o guitarrista deixando bem claro o quanto era importante a parceria com Max e, segundo ele, como Gloria Cavalera teria acabado com o ambiente de irmandade que é vital para a sobrevivência dos grupos.

Destaques neste trecho para os depoimentos interessantes de Lars Ulrich, Scott Ian e Phil Anselmo. Servem muito para complementar o que é contado por Kisser e entender a dificuldade de manutenção das bandas de rock.

Derrick Green e ressurgimento

O trecho sobre a escolha e entrada de Derrick Green também é bem relatado no documentário “Sepultura Endurance”. Ali, é contada toda a resistência da gravadora ao estilo vocal de Green em relação ao que Max Cavalera representava para a história do grupo.

Também fica bem claro que Andreas, Paulo e Igor lutaram contra e tudo e todos para continuar com a banda e bateram o pé para ficar com o novo vocalista.

A partir daí, a sequência da carreira do Sepultura é retratada e vai até o lançamento do EP “Sepultura Under My Skin” e o show de 30 anos na Audio.

Neste intervalo, também há os momentos das trocas dos três bateristas, com destaque para a saída e Igor e para as entradas dos ótimos Jean Dolabella e Eloy Casagrande, este último notadamente um garoto prodígio que passa de fã a integrante de uma das maiores bandas do planeta.

Ausências

Além de Max e Igor, outras ausências são sentidas no documentário. O Roque Reverso acredita que depoimentos de nomes importantes do heavy metal nacional e internacional, como os de Walcir Chalas (dono da Woodstock Discos e criador do programa “Comando Metal”, da 89FM), Toninho Iron (presidente do fã clube do Sepultura), Gastão Moreira (ex-MTV e apresentador do famoso “Fúria Metal”), Vitão Bonesso (apresentador do programa “Backstage”), Jason Newsted (ex-baixista do Metallica, que foi importante no período da entrada de Derrick Green), Mike Patton (do Faith No More) e Carlinhos Brown (que ajudou demais na produção do álbum “Roots”) poderiam enriquecer ainda mais o bom documentário. Mas isso, quem sabe, pode até ser feito numa eventual sequência (fica a dica).

Legado e orgulho nacional

A despeito das ausências citadas, o documentário “Sepultura Endurance” é um retrato muito bom de parte considerável da maior banda brasileira da história. No filme, o legado do Sepultura está bem contado e é perfeitamente possível, até para quem não é fã da banda, entender o motivo dela ser um orgulho nacional, apesar de a mídia brasileira nem sempre dar o espaço merecido.

Vale, portanto, muito a pena assistir e, futuramente, até obter uma cópia num provável DVD para guardar na estante das relíquias do rock.

É fato que a ausência dos irmãos Cavalera é difícil de ser esquecida, mas, se a intenção é focar a resistência do Sepultura a tudo e todos os obstáculos, o documentário certamente teve seu objetivo alcançado.

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Confirmado o 3º show do U2 em SP para dia 22 de outubro no estádio do Morumbi http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2017/06/24/confirmado-o-3o-show-do-u2-em-sp-para-dia-22-de-outubro-no-estadio-do-morumbi/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2017/06/24/confirmado-o-3o-show-do-u2-em-sp-para-dia-22-de-outubro-no-estadio-do-morumbi/#respond Sat, 24 Jun 2017 21:03:46 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=17668 Do site Roque Reverso

Os ingressos para o segundo show do U2 em São Paulo se esgotaram no dia 22 de junho e menos de duas horas e o que todos esperavam aconteceu: está confirmada uma terceira apresentação na capital paulista pela turnê comemorativa de 30 anos do clássico álbum “The Joshua Tree”, de acordo com comunicado dos produtores divulgado nesta sexta-feira, 23 de junho.

Com isso, além dos shows dos dias 19 e 21 de outubro, já com entradas totalmente esgotadas, o Estádio do Morumbi receberá a banda irlandesa no dia 22 de outubro. Os organizadores destacaram, porém, que está será a última apresentação da turnê no Brasil. Ou seja, quem não conseguir, não terá uma quarta oportunidade, pelo menos em território nacional.

Agora, para a apresentação do dia 22, as vendas para o público em geral vão começar no dia 29 de junho.

Ela terá início a partir de 00h01 no site da Tickets For Fun.

Na bilheteria do Credicard Hall, que é o único local que não cobra taxa de conveniência, as vendas vão acontecer de terça a sábado das 12 horas às 20 horas. Excepcionalmente, nos dias 26 e 29 de junho a bilheteria funcionará das 10 horas às 18 horas.

Antes da venda geral, haverá novamente um período de pré-venda para cadastrados no site U2.com e para clientes do Banco do Brasil.

A pré-venda prioritária para os membros do site U2.com será feita do sábado, 24 de junho, às 10 horas, até domingo, 25 de junho.

Já o período exclusivo para clientes do BB será da seguinte forma: na segunda-feira, 26 de junho, às 00h01 para portadores de cartões Ourocard Black, Infinite, Nanquim, Platinum Estilo e Grafite Estilo; e a partir de 27 de outubro, às 0h01 até 28 de junho, às 20 horas para os demais clientes Ourocard.

Os valores do ingresso inteiro são os mesmos estipulados para o show do dia 19 de outubro. Para a Pista Comum, o preço é de nada menos que R$ 500,00.

Quanto aos demais setores, os valores são os seguintes: Arquibancada 1, 3 e 4 (R$ 280,00); Arquibancada 2, no fundo (R$ 260,00); Cadeira Superior (R$ 900,00); e Cadeira Inferior (R$ 800,00). Além dos valor de R$ 500,00 para a Pista Comum, há a Red Zone, que é uma espécie de Pista Super Premium, localizada na lateral esquerda, bem em frente ao palco. O valor é de nada menos que R$ 1.250,00 para a entrada inteira.

Os shows em São Paulo que marcam os 30 anos do álbum “The Joshua Tree” terão a abertura da banda Noel Gallagher‟s High Flying Birds. O grupo liberado pelo ex-Oasis esteve entre as atrações principais do Lollapalooza 2016 e fez um grande show.

Na mais recente passagem do U2 pelo Brasil, em 2011, pela incrível “360° Tour”, os irlandesas tocaram três vezes na capital paulista, com cobertura do último show pelo Roque Reverso.

O disco “The Joshua Tree” foi lançado em março de 1987. Com hits históricos, como  “With or Without You”, “I Still Haven’t Found What I’m Looking For” e “Where the Streets Have No Name”, o álbum gerou a venda de nada menos que 25 milhões de cópias, sem contar os inúmeros prêmios, como o Grammy de melhor disco e o de melhor performance de um grupo de rock em 1988.

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