Combate Rock http://combaterock.blogosfera.uol.com.br O Combate Rock é um espaço destinado a pancadarias diversas, com muita informação, opinião e prestação de serviços na área musical, sempre privilegiando um bom confronto, como o nome sugere. Mon, 22 Jul 2019 19:23:09 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.2 Pixies lança clipe da música ‘On Graveyard Hill’ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/07/22/pixies-lanca-clipe-da-musica-on-graveyard-hill/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/07/22/pixies-lanca-clipe-da-musica-on-graveyard-hill/#respond Mon, 22 Jul 2019 19:23:09 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=27275 Do site Roque Reverso

Pixies (FOTO: DIVULGAÇÃO)

O Pixies liberou no dia 17 de julho seu mais novo clipe. A música escolhida para o vídeo é “On Graveyard Hill”, que estará no novo álbum a ser lançado pelo grupo norte-americano ainda este ano.

A canção já havia sido apresentada pela banda em junho, quando foram divulgados todos os detalhes do novo disco.

“Beneath the Eyrie” é o nome do novo trabalho de estúdio do Pixies e foi gravado em dezembro de 2018.

A data definida de lançamento é o dia 13 de setembro.

O responsável pela produção é Tom Dalgerty, que já trabalhou com Ghost e Royal Blood.

O álbum novo do Pixies sucederá “Head Carrier”, de 2016.

Será o sétimo trabalho de estúdio do grupo e o terceiro com a baixista argentina Paz Lenchantin, que se juntou ao Pixies em janeiro de 2014, substituindo Kim Shattuck, que havia ficado no lugar da lendária Kim Deal.

Com dicas do diretor e cineasta Kenneth Anger, o clipe de “On Graveyard Hill” foi concebido e dirigido por Kii Arens (“What We Do”, de Devo, e “The Vampire of Time and Memory”, do Queens of The Stone Age) e Bobbi Rich.

Foi filmado em Los Angeles e traz uma roupagem que deve agradar os fãs do Pixies.

“Dirigir para os todo poderosos do Pixies é uma grande honra, e me foi dada completa liberdade artística para fazer o que eu desejava. A liberdade de fazê-lo faz sentido porque eles são uma banda original e verdadeira. Comecei minha carreira na música, criando arte rupestre, então é perfeito para esse lançamento psicodélico em vídeo”, comentou Arens, no comunicado divulgado à imprensa sobre o clipe.

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Notas roqueiras: Evergrey, Son of a Witch, Lâmmia… http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/07/22/notas-roqueiras-evergrey-son-of-a-witch-lammia/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/07/22/notas-roqueiras-evergrey-son-of-a-witch-lammia/#respond Mon, 22 Jul 2019 15:00:44 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=26955

– O Rio de Janeiro, em novembro, é a primeira das seis cidades de toda a América do Sul que receberá a nova turnê da renomada banda sueca de heavy metal sueca Evergrey. Na capital fluminense, o grupo se apresenta dia 22 de novembro, no Teatro Rival, com repertório que divulga o novo disco, The Atlantic, além de músicas de diversas fases da extensa e vitoriosa carreira de quase 25 anos. A produção é da Onstage Agência. Ingressos já à venda em http://bit.ly/EvergreyRJ e, em breve, serão anunciadas todas as informações sobre o Meet & Greet com o Evergrey no RJ.

SERVIÇO

Evergrey no Rio de Janeiro 
Evento: https://www.facebook.com/events/484896852263644/ 
Data: 22 de novembro de 2019 
Horário: 21 horas 
Local: Teatro Rival 
Endereço: Rua Álvaro Alvim, 33 – Cinelândia/Rio de Janeiro 
Ingresso: 
Pista meia ou promocional: R$ 120^ 
Mezanino A e B meia ou promocional: R$150 
^Mediante entrega de 1 quilo de alimento não perecível no dia do evento. 
Venda Online 
http://bit.ly/EvergreyRJ

– A banda Son of a Witch lança novo disco, “Commanded By Cosmic Forces”, que está nas plataformas de streaming pela Abraxas Records. São cinco músicas, entre elas o conhecido single Melting Ocean, divulgado em janeiro do ano passado. Ouça aqui: https://sl.onerpm.com/7750716515. “Commanded By Cosmic Forces” impulsiona o Son of a Witch mais para o doom metal, apesar de diversos elementos stoner e de heavy metal ao longo das extensas e dinâmicas canções. O disco foi gravado no Black Hole Studio em Natal (Rio Grande do Norte), mas mixado e masterizado por Gabriel Zander, no Estúdio Costella (São Paulo).

– A rouquidão inigualável e pegajosa da voz de Layne Staley, o ex-vocalista do Alice in Chains que morreu em 2002, é até hoje tão marcante ao rock que inspira bandas ao redor do globo, como a Lâmmia e seu novo single My Layne. A música, lançada nas plataformas de streaming pela Abraxas Records, é uma potente e densa homenagem ao músico, mas é, além de tudo, mais um firme passo na carreira deste quarteto carioca e sua ímpar sonoridade pesada e melodiosa. Ouça aqui: https://sl.onerpm.com/8452822779. A música foi gravada, mixada e masterizada por Davi Baeta (que também toca nas bandas Fataar e Solstício), em Cabo Frio.

 

 

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The Faces, 50 anos: a banda ‘bagaceira’ mais legal de todos os tempos http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/07/22/the-faces-50-anos-a-banda-bagaceira-mais-legal-de-todos-os-tempos/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/07/22/the-faces-50-anos-a-banda-bagaceira-mais-legal-de-todos-os-tempos/#respond Mon, 22 Jul 2019 09:51:06 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=25353 Marcelo Moreira

The Faces em 1971: da esq. para a dir., Ronnie Lane, Ron Wood, Kenney Jones, Ian McLagan e Rod Stewart (FOTO: GETTY IMAGES)

Duas bandas banda importantes implodidas e sem rumo, ensaios regados a cerveja e uísque, fora os cigarros aos quilos. Junte-se a isso um cantor com um contrato assinado para álbuns e carreira solo, mas que está empacado e entediado. Tinha tudo para dar errado, só que muito certo – ao menos por cinco bons anos de farra e bebedeira.

Esse é o resumo do improvável surgimentos dos Faces em 1969, a banda inglesa zoada e largada que os americanos aprenderam a amar e que rivalizou com Led Zeppelin, The Who e Rolling Stones nos anos 70.

Há 50 anos surgia em um porão a banda mais descolada, relaxada e descontraída do rock clássico inglês, primeiro em um portão, e horas depois sacramentada em um boteco de esquina.

Os Faces foram uma espécie de continuação dos Small Faces, banda surgida em 1965 como um dos pilares da cultura mod e com um som sólido e quente calcado no blues, no rhythm & blues e na soul music graças à guitarra maliciosa e a voz áspera e gritada de Steve Marriott.

O quarteto estourou muito rápido quanto ainda nem tinham 20 anos de idade e a falta de experiência e a velocidade das mudanças do período 1966-1970 derrubaram aquela que rivalizava com Who, Kinks e Yardbirds na cola dos Beatles e dos Rolling Stones.

De enorme sucesso em casa, os Small Faces nunca estouraram nos Estados Unidos, o que pesou nas graves contendas entre os integrantes, todos excelentes músicos. Em 1968, com apenas dois álbuns gravados (de relativo sucesso comercial), a banda começou a adernar.

Marriott intensificou as brigas com o baixista Ronnie Lane, que se achava colíder do grupo, e causava eterna desconfiança no tecladista Ian McLagan, eterno chato e ranzinza, embora de coração enorme.

Assim que conheceu um moleque de 19 anos que tocava guitarra como um monstro, Marriott avisou os ex-amigos por telefone no começo de 1969 que estava caindo fora para montar o Humble Pie ao lado de Peter Frampton, que tinha saído do Herd.

Desorientação e banda sem rumo

Embora não fosse uma grande surpresa, Lane, McLagan e o baterista Kenney Jones (que substituiria o amigo Keith Moon no Who em 1978 – ironicamente, ele diz que foi a última pessoa do meio musical a conversar com Moon, que saiu bêbado de uma festa em 7 de setembro de 1978 e morreu horas depois em um hotel) ficaram irados. Sem Marriott, os Small Faces estavam sem o seu rosto, a sua voz e o seu som característico de guitarra.

No comecinho de 1969, por coincidência, a formação básica do Jeff beck Group implodiu. O irascível guitarrista começou a se ressentir da constante atenção que o vocalista Rod Stewart estava recebendo. Também não tinha gostado de o cantor ter assinado um contrato para carreira solo no ano anterior.

Stewart e Ron Wood, o baixista que era originalmente guitarrista, estavam cada vez mais insatisfeito com o relacionamento com Beck e com os empresários. Após um show, pela décima vez, alguém, entrou no camarim da banda e se dirigiu a Rod: “Parabéns, Jeff, sua banda é extraordinária. O seu guitarrista também é muito bom.” Estava ali decretado o fim daquela formação.

Amicíssimo de Wood, Rod e o parceiro de outros carnavais bebiam sem parar enquanto prensavam no que fazer da vida. Rod tinha agora uma carreira solo, mas não tinha banda. O que fazer e por onde começar? O cantor precisava de material autoral para continuar.

De repente, Wood some. Era meados de 1969. Stewart começa a procurar nos bares de Londres e o descobre ensaiando em um porão de um prédio que servia de depósito para os Rolling Stones.

Stewart chega e vê um quarteto ensaiando e bebendo muito. Ronnie Wood “emprestou” sua guitarra para a banda Small Faces, que tinha perdido Marriott. Era uma pequena ajuda enquanto os amigos desorientados pensavam no que fazer.

Por algumas semanas Stewart ficou sentado ao lado do teclado de Ian McLagan, bêbado e entendiado, vendo os ensaios indo a lugar nenhum.

Meio de saco cheio daquela indefinição, o baixista Ronnie Lane, um pouco bêbado, fica irritado com a cara de tédio de Rod e grita: “Acorde, seu tonto, e venha cantar algo para ver se sai alguma coisa.”

A contragosto, Stewart, que era fã dos Small Faces, levantou-se e cantou alguma coisa. E depois cantou blues antigos de Muddy Waters.

A noite terminou no pub da vizinhança com Stewart obrigado a aceitar o posto de cantor na nova banda surgida no porão: The Faces, um quinteto que durou até 1975, gravou quatro álbuns em paralelo à carreira solo de Rod Stewart e que chegou a rivalizar em venda de ingressos para shows nos Estados Unidos com Rolling Stones, Led Zeppelin e The Who.

Tensões à vista

Havia um problema: por questões contratuais, Rod tinha de manter a carreira paralela à da banda, mesmo que fosse apenas para gravar álbuns. E então, a partir de 1970, os Faces gravariam dois álbuns por ano, um próprio e outro para Rod Stewart, que acrescentava um monte de amigos para complementar o time.

Na ânsia de retomar a carreira, Lane, McLagan e Jones toparam o acerto, assim como Woody, amigo incondicional. O arranjo, no entanto, se tornou um fio desencapado ao longo dos cinco anos de existência dos Faces e foi a fonte original dos entreveros entre todos. Resumindo, foi um erro.

No começo deu tudo certo, todo mundo parecia que realmente era amigo, a julgar pelas farras, pelas destruições de quartos e brincadeiras pesadas entre todos os membros.

Os shows tanto em teatros como em estádios, eram relaxados e descontraídos, com uma mistura de rock clássico, hard rock, soul music e rhythm & blues.

O primeiro álbum, “First Step”, ainda saiu inexplicavelmente com o nome de Small Faces com os cinco na capa. em seguida vieram “Long Player”, “A Nod is a Good as a Wink… To a Blind Horse” e “Oh La La”, com o sucesso “Stay With Me”, além de um álbum ao vivo.

A aparente união descontraída escondia um ressentimento e uma desconfiança de Lane e McLagan em relação a Stewart por conta da relação conturbada com o vocalista Steve Marriott. Uma hora Rod vai nos deixar na mão, já que tem carreira solo que estava decolando junto com a da banda.

Não demorou para Stewart ficar puto com isso e confrontar Lane. Este, por sua vez, cada vez mais interessado em folk music e menos em rock, começou a ensaiar em seu estúdio caseiro com um grupo de músicos pouco conhecidos em meados de 1972, na mesma época em que estreitava a amizade com Pete Towshend, do Who – naquele mesmo ano, gravou músicas no primeiro álbum solo dele.

Segunda e última formação dos Faces, em 1973, com o baixista japonês Tetsuo Yamauchi (na ponta direita) substituindo Ronnie Lane (FOTO: REPRODUÃO/DIVULGAÇÃO)

Os ensaios em casa se tornaram o germe do que viria ser o Slim Chance, grupo de apoio de Lane em sua carreira solo. Cada vez mais distante, Lane consumou a sua saída da banda no final de 1972 sem rusgas aparentes.

Tetuso Yamauchi, um baixista japonês beberrão que não falava inglês direito, foi o escolhido para o posto meio que no desespero. Ele tinha substituído Andy Fraser no Free naquele ano, mas esta banda estava à deriva.

Stewart e Woody levaram a banda como deu até 1975 mesmo com as crescentes desconfiança de McLagan. Ironicamente, quem, deu o tiro de misericórdia foi Ron Wood, cada vez mais amigo de Keith Richards e Mick Jagger – os dois tocaram no álbum solo de Wood de 1974.

Roubo do guitarrista

Quando Mick Taylor pediu demissão dos Rolling Stones em janeiro de 1975, Wood foi chamado às pressas para substituí-lo temporariamente em vários shows naquele ano, período em que os Faces estariam parados (só voltariam a tocar no segundo semestre)

Para Stewart, era o fim da b anda, pois sabia que Woody não sairia mais dos Rolling Stones – por mais que estes tenham feito a desfaçatez de não oficializá-lo como membro da banda e de obrigá-lo a passar por “testes” na Alemanha, no final do ano, que também envolveram os americanos Harvey Mandel e Wane Perkins e até mesmo Eric Clapton.

No fim, Ron Wood foi oficializado, para decepção do amigo Rod – os dois ficaram algum tempo brigados por conta disso. diante do inevitável, Stewart anunciou o fim dos Faces na última semana de dezembro de 1975, para extrema irritação de Ian McLagan e Kenney Jones.

Até Jones entrar no Who, em 1978, perambulou por projetos de amigos e numa tentativa fracassada de Marriott de ressuscitar os Small Faces, sem Lane e com McLagan.

Já o tecladista se deu bem melhor, sendo contratado como tecladista nas turnês dos Rolling Stones até 1979,  em dobradinha com o pianista e chefe de turnês da banda Ian Stewart, que morreu em 1985.

Ronnie Lane fez sucesso como artista solo mesclando rock e folk e voltou a trabalhar com Ron Wood em 1977 em pelos dois álbuns que foram lançados postumamente. Acometido pela esclerose múltipla descoberta em 1980, foi lentamente se afastando da música até em 1998, quando morreu aos 51 anos de idade.

Ian McLagan casou-se com a viúva de Keith Moon, Kim, em 1980 e manteve uma movimentada carreira solo naquela década, lançando álbuns com frequência. Morreu em 2014, em Austin, nos Estados Unidos, aos 69 anos, quando estava em turnê com sua banda, vítima de um AVC (acidente vascular cerebral).

Kenney Jones, que nunca contou com a simpatia do cantor Roger Daltrey, tocou com Who até 1984 (a dissolução oficial foi anunciada em 1984). Quando a banda voltou aos palcos, em 1989, não foi convidado. Oficialmente, ele informou que tinha compromissos com o cantor Paul Rodgers na banda The Law, que lançou um disco em 1991.

Desde então participa de projetos diversos e de eventuais shows de celebração com o que restou dos Faces – em 2010, a banda se reuniu sem Stewart (que alegou ter compromissos inadiáveis para a fazer a turnê) e Lane, morto 12 anos antes. Quem assumiu os vocais foi Mick Hucknall, do Simply Red.

O som dos Faces sempre foi maravilhoso, algo único, tanto que inspirou muita gente, principalmente os Black Crowes. É a banda bagaceira mais legal de todos os tempos.

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Notas roqueiras: Roland Grapow, Surr, Oxigênio Festival… http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/07/21/notas-roqueiras-roland-grapow-surr-oxigenio-festival/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/07/21/notas-roqueiras-roland-grapow-surr-oxigenio-festival/#respond Mon, 22 Jul 2019 00:00:02 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=27215

Roland Grapow (FOTO: DIVULGAÇÃO)

– A TC7 Produções anunciou que vai produzir os shows do guitarrista alemão Roland Grapow no Brasil, em janeiro de 2020, tocando os clássicos de sua fase no Helloween e também do Masterplan. Os músicos que vão acompanhar Grapow, são figuras conhecidas do público brasileiro – e em alguns shows haverá participações especiais. Grapow
nasceu em Hamburgo (Alemanha), em 30 de agosto de 1959, e ficou bastante conhecido por substituir Kai Hansen no Helloween, em 1989. Foram 11 anos de Helloween, onde gravou os grandes álbuns “Pink Bubbles Go Ape” (91), “Chamaleon” (93), “Master Of The Rings” (94), “The Time Of The Oath” (96), “Better Than Raw” (98), “Metal Jukebox” (99) e “The Dark Ride” (00). Depois que deixou o Helloween, Grapow montou o Masterplan, banda que mantém firme até hoje, e já registrou 6 álbuns de estúdio, 3 EPs e 1 álbum ao vivo. “Pumpkings”, lançado em 2017, é o mais recente e traz músicas de seu período no Helloween – músicas que ele foi co-autor. Ele também já lançou 3 álbuns solo. Sua discografia ainda contém registros nas bandas Level 10, Rampage e Serious Black, além de inúmeras participações em material de gente como Michael Vescera, Kotipelto, MVP, Locomotive Breath, Gaia Epicus e Shock Machine.
– O Oxigênio Festival será realizado entre os dias 13 e 15 de setembro no Via Matarazzo, em São Paulo. Sertão 34 atrações nesta sexta edição cnfirmadas até agora. A ideia deste ano é variar nas sonoridades – punk, hardcore, rock alternativo, indie mas também terá metal, rock n roll, pop rock, pop punk e até música folk. Confira as atrações já confirmadas: CPM 22, Francisco El Hombre, Far From Alaska, Big Up, Supercombo, Strike, Pense, Terra Celta, Dibob, Sugar Kane, Glória, O Bardo e o Banjo, Rivets, Granada, Rumbora, Autoramas, Teco Martins ॐSala Especial, Esteban, Zumbis do Espaço, Nervosa, Bayside Kings, O Inimigo, Codinome Winchester, Darvin, Cefa, Molho Negro, Charlotte Matou um Cara, Cólera, Violet Soda, Armada, The Mönic e Wiseman.
– O novo EP da banda Surr será lançado aos poucos até o final do anoAs cinco faixas – “Rock’n Roll”, “Aos Que Lutam”, “José”, “Guerra Civil” e “Violento” – têm referências explícitas à poesia, cinema, teatro, e claro, música.  “O processo criativo é um olhar selvagem que começa dentro de cada integrante na busca de novas sonoridades para retratar um tsunami questionador de angústias furiosas”, diz o vocalista Yuri. Cada single será lançado em todas as plataformas digitais ao longo de 2019
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Notas roqueiras: Sick DamNatioN, Division Hell, China… http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/07/21/notas-roqueiras-sick-damnation-division-hell/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/07/21/notas-roqueiras-sick-damnation-division-hell/#respond Sun, 21 Jul 2019 19:23:52 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=26476

Sick DamNatioN (FOTO: DIVULGAÇÃO)

– A faixa-título do álbum de estreia do Sick DamNatioN, “Damnøcracy”, acaba de ganhar um lyric video. “Após muita discussão sobre o nome do disco, eu pensei que a democracia que vivemos, às vezes, era parecida com a situação que a banda passava para escolher um nome, uma ‘malditocracia’. Daí, surgiu a ideia de ‘Damnøcracy’ para a faixa-título”, explicou o guitarrista Junior Sagster, ex-Voiden. “Ainda na época de Voiden, compus uma música chamada ‘Sick DamNatioN’, que permaneceu inédita. O nome surgiu como forma de crítica ao país: ‘sick’ (doente) e ‘damnation’ (condenação) – a palavra ‘DamNatioN’ quando separada tem o significado ‘damn’ (maldita) ‘nation’ (nação). Assim, temos ‘Maldita Nação Doente’, Brasil”, acrescentou a respeito do nome da banda. 
Veja o lyric video, produzido por Fábio Adelle, em https://youtu.be/Gs7xHLNPE7A

– O Division Hell liberou o clipe “I Am Death” como primeiro vídeo oficial do novo trabalho. Assista “I Am Death”: https://www.youtube.com/watch?v=p9OVHC8AtmU

– O cantor e compositor China se apresenta no Sesc 24 de Maio nos dias 24 e 25 de julho, quarta e quinta, às 21h. Neste show de lançamento do álbum “Manual de Sobrevivência para Dias Mortos”, China volta às raízes e resgata elementos da cultura popular de Pernambuco, como o Baião e o Frevo, carregados de percussão e guitarras pesadas. As letras versam sobre as atuais condições políticas e sociais que vivemos.

Serviço

Show: China – Lançamento de “MSDM”

Datas: 24 e 25 de julho (quarta e quinta)

Horário: 21h

Local: Sesc 24 de Maio – Teatro (1º subsolo)

Endereço: Rua 24 de Maio, 109 – Centro – São Paulo 

Ingressos: R$30 (inteira); R$15 (meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência); R$9 (credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes).

Ingressos à venda a partir de 16/7, às 12h, no portal sescsp.org.br, e 17/7, às 17h30, nas bilheterias das unidades da rede Sesc SP. Venda limitada a 4 ingressos por pessoa.

Horário de funcionamento da unidade: Terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h.

Telefone: (11) 3350-6300  

Capacidade: 211 lugares

Duração: 90 minutos

Classificação indicativa: 12 anos

Com tradução em LIBRAS

 

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A opulência do festival BB Seguros de Jazz e Blues http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/07/21/a-opulencia-do-festival-bb-seguros-de-jazz-e-blues/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/07/21/a-opulencia-do-festival-bb-seguros-de-jazz-e-blues/#respond Sun, 21 Jul 2019 09:18:07 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=27208 Eugênio Martins Júnior – do blog Mannish Blog

O festival Festival BB Seguros de Jazz e Blues está na quinta edição e ocorre em São Paulo no dia 27 de julho, no Parque Villa-Lobos, na zoa oeste de São Paulo.

Esse ano, o evento que já acontece em São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Recife, Curitiba e Belo Horizonte, chega em Manaus e Goiânia, aumentando sua abrangência em cinco regiões do país. Estima-se que o BB Seguros tenha apresentado 132 shows a 324 mil pessoas. Os shows, gratuitos, serão realizados ao ar livre.

Desde 2015, em sua edição inaugural, o Festival BB Seguros de Blues e Jazz apresentou grandes nomes, entre eles, Larry McCray (produzido pelo Mannish Blog e Lucas Shows), Stanley Jordan, Al Di Meola, Hermeto Pascoal, Pepeu Gomes, Lil´Jimmy Reed, Louis Walker, Wallace Roney Quintet, Blues Etílicos, Hamilton de Holanda, Leo Gandelman, Steve Guyger, Toninho Horta, Renato Borghetti, entre outros, com ótima repercussão.

O projeto é realizado via Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal e produzido pela Manolo Produções.

Robert Cray (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Segue a programação em São Paulo

11h – Festival BB Seguros Brass Band
11h35 – Dynamic Jazz Quartet
12h40 – Tributo a Eric Clapton
13h45 – Ricardo Herz Trio
14h50 – Thiago Espirito Santo convida Maurício Einhorn
16h10 – Sérgio Dias convida Luiz Carlini
17h30 – The Robert Cray Band

Além das atrações musicais, haverá a programação infantil entre 11 e 16h. A programação inclui oficina de desenho e colagem, oficina de malabares, pintura artística facial, escultura de balão. Tudo grátis.

Robert Cray – Referência mundial do blues, premiado com cinco Grammys, o músico se apresenta em quatro shows no país com sua super banda a Hi Rythmn.

Com mais de 40 anos de carreira, Cray brinda os fãs brasileiros com apresentações em São Paulo e Brasília, no sábado 3 de agosto, no Parque da Cidade, ambos gratuitos. No dia em 31 o show será em Belo Horizonte, no Grande Teatro do Palácio das Artes e dia 02 de agosto estará no Rio de Janeiro para única apresentação no Vivo Rio.

Thiago Espirito Santo recebe Maurício Einhorn – “Pra Te Fazer Sonhar” é o mais novo trabalho de Thiago Espirito Santo, recheado de composições próprias, entre valsas, baladas e sambas, o disco mostra a maturidade dessa nova fase do artista, expressando um outro significado no tocar.

Thiago gravou contrabaixo, guitarras e violões e reuniu seus “Irmãos de Som”, Cuca Teixeira na bateria, Bruno Cardozo no piano e teclados, além de convidados especialíssimos, que fazem parte da sua história desde os primeiros anos de vida e pontuam as faixas do disco.

Para essa especial apresentação Thiago recebe, como convidado especial, uma das maiores referências mundiais no jazz, o trombonista Raul de Souza! No alto de seus 84 anos, Raul se junta ao grupo de Thiago para apresentar algumas de suas próprias composições.

Para esse show inédito, Thiago recebe uma sumidade da música mundial, respeitado no Brasil e no exterior, considerado um dos mais importantes instrumentistas de gaita de boca, Mauricio Einhorn.

Nos seus 87 anos de vida, Mauricio é o compositor parceiro de Durval Ferreira em músicas como Batida Diferente e Estamos Aí. Trata-se de dois standards do repertório do sambajazz, regravados no mundo todo.

Mauricio Einhorn (FOTO: CEZAR FERNANDES/DIVULGAÇÃO)

Sérgio Dias – Em 1980, à convite do produtor Eddie Offord (banda Yes), Sérgio Dias foi morar nos Estados Unidos onde gravou seu primeiro disco solo homônimo.

Por dez anos em Nova York conviveu com Gil Evans, John McLaughlin, Manolo Badrena, Michael Brecker, David Sanborn, Jeremy Steig e Jaco Pastorius, exatamente na fase “brasileira” do Weather Report, ao mesmo tempo que dividia apartamento com L. Shankar e Fernando Saunders.

Com os parceiros e mais TM Stevens, formou a banda “Unit”, e passou a tocar em diversos locais de Manhattan. Após a Unit, Sérgio formou a “Steps Of Imagination”, ao lado de Danny Gotlieb, Marcos Silva e TM Stevens. Com a entrada de Airto Moreira e Flora Purim, o nome mudou para Airto e Flora and The Steps Of Imagination.

Em 1985, se apresenta no Brasil com seu show instrumental no Free Jazz Festival do Rio e São Paulo, ao lado de estrelas como Chet Baker, Egberto Gismonti, Pat Metheny e Bob McFerrin. Em julho de 1986 faz uma temporada na extinta casa “Jazzmania”, localizada no Arpoador (RJ) e grava ao vivo uma das apresentações. Em 2003 a gravação é resgatada e masterizada, 17 anos depois é lançado em CD e intitulado: Jazz Mania Live.

Este show volta agora ao palco no BB Seguros. Em grande estilo o repertório é executado na formação quinteto (guitarra, bateria, teclados, baixo e sax).

No set list, Janeth & Steve –  homenagem aos amigos Janeth e Steve Reynolds, que apresentaram a NASA ao músico quando ele excursionava por Houston – Suíte Para Filemón Y La Gorda, uma introdução na linha do UK Columbia, uma viagem em homenagem a NASA, com a guitarra relembra as canções de O A E O Z, ganhando o clima jazzístico com a entrada de sax.

A sensual “Sabor Caballero” trazendo um clima todo tropical, Brazilian New Wave, um samba-jazz, Twilight In Tunisia finalizando com mais algumas surpresas que prometem deixar o público nas nuvens.
Com participação especial de Luiz Carlini, Sérgio Dias relembra sua fase jazzística que viveu nos anos 80.

Luiz Carlini – Junto com Lee Marcucci e Emilson Colantonio formou a banda Tutti Frutti que, durante os anos 70 gravou e tocou com Rita Lee, compondo e participando das gravações de alguns dos maiores sucessos da cantora, como “Esse Tal de Roque Enrow”, “Agora Só Falta Você”, “Corista de Rock” e “Ovelha Negra”, que tem em seu final o mais popular solo da carreira do guitarrista. Carlini foi também o guitarrista solo do Camisa de Vênus na volta do grupo em meados da década de 90.

Considerado um dos maiores guitarristas brasileiros da história do rock, desde o fim oficial da banda no começo dos anos 80, Carlini é um dos guitarristas mais ativos e conceituados da história recente da música brasileira, tendo participado de mais de 400 discos de cantores e músicos diversos como Barão Vermelho, Titãs, Radio Taxi, Vanguart, Filipe Catto, Marcelo Nova, Supla, Erasmo Carlos e Lobão. No Festival BB Seguros de Blues e Jazz é convidado de Sérgio Dias para um encontro histórico entre dois dos maiores guitarristas do Brasil.

Ricardo Herz Trio – Sua técnica leva ao instrumento, o violino, o resfolego da sanfona, o ronco da rabeca e as belas melodias do choro tradicional e moderno.

Com a influência de Dominguinhos, Luiz Gonzaga, Egberto Gismonti, Jacob do Bandolim entre outros, o violinista mistura ritmos brasileiros, africanos e o sentido de improvisação do jazz mostrando a influência dos 9 anos em que viveu na França. Dali levou sua música para os 4 cantos do mundo: tocou em Festivais na Malásia, no México, na Holanda, em clubes de Jazz na Rússia, em Israel, na Dinamarca e gravou com músicos de diversos países.

De volta ao Brasil desde 2010, Herz tem participado de muitos projetos e colaborado com músicos e se apresentando como solista com orquestras de todo o país, como Yamandú Costa, Dominguinhos, Nelson Ayres, Proveta, Orquestra Jazz Sinfônica, Orquestra Sinfônica de João Pessoa, Orquestra Municipal de Jundiaí, Grupos de Referência do Projeto Guri, Orquestra Filarmônica de Violas, Orquestra Breusil entre outros.

O Bando com Tributo a Eric Clapton – O grupo O Bando, faz parte da história do Festival BB Seguros, acompanhando o projeto desde o início, apresentando um novo e especial show a cada nova edição. O Bando mostra que Minas Gerais é berço de grandes talentos musicais, é o coração do Clube da Esquina, mas, entre as montanhas de Minas também pulsam fortes estilos como o blues e o rock and roll.

Os mineiros já se apresentaram ao lado de nomes como Os Paralamas do Sucesso no Circuito Brasil Musical, em João Pessoa (PB), entre outros.
Para a apresentação na 5ª edição do festival, Felipe Duarte (guitarra), Bruno Morais (guitarra), Alessandro Brito (bateria), Dayvid Castro (contrabaixo) e Felipe Batiston (teclados) prepararem um repertório especial que dá destaque a Eric Clapton, um dos maiores ícones da guitarra.
O Bando é formado por.

Dynamic Quartet Jazz – Composto por quatro músicos apaixonados por Jazz e com notável curriculum musical, “Dynamic Jazz Quartet” é um projeto musical que propõe rleituras dos grandes standards internacionais.]
Fundado em 2013 pelo guitarrista Claudio Martini, o grupo paulistano Dynamic Jazz Quartet explora standards de jazz de forma moderna e dinâmica. A essência do quarteto é reinterpretar peças clássicas em chave contemporânea, saindo do obvio, desafiando harmonia e sonoridades com entusiasmo e criatividade, focando principalmente em standards da época de ouro do “bebop” e do “cool jazz”.

Festival BB Seguros Brass Band – A Festival BB Seguros Brass Band traz uma formação tradicional brass band onde a base instrumental é de cinco sopros e duas percussões. Com músicos talentosos e bem humorados, tem na performance coletiva e individual a musicalidade como fator marcante e contagiante.

Com muita irreverência, traz um um repertório eclético e seleto com músicas de grandes artista, compositores de bandas e orquestras nacionais e internacionais, tais como: Louis Armstrong, Glenn Miller, Henry Mancini, Earth Wind Fire, Elvis Presley, Beatles, James Brown, Michael Jackson, Perez Prado,Heitor Villa Lobos, Chiquinha Gonzaga, Pixinguinha, Tom Jobim, Roberto Carlos, Tim Maia e muitos outros.

Serviço:
Local: Parque Villa-Lobos
Endereço: Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 2001.
Dia: 27 de julho (sábado)
Horário: das 11h às 19h
Classificação Indicativa: livre
Gratuito

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Noturnall ensaia recomeço com convidados especiais em miniturnê http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/07/20/noturnall-ensaia-recomeco-com-convidados-especiais-em-miniturne/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/07/20/noturnall-ensaia-recomeco-com-convidados-especiais-em-miniturne/#respond Sat, 20 Jul 2019 23:54:13 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=27247 Marcelo Moreira

O segredo é a alma de qualquer negócio, já diria aquele guru do marketing que adora levar vantagem em quase tudo. No entanto, quando o segredo é demasiado a surpresa desaparece e o marketing funciona menos do que deveria, diria um veterano professor de propaganda.

As revciravoltas que a banda Noturnall sofreu nos últimos meses foram tão grandes que as grandes novidades que seriam anunciadas pelo vocalista Thiago Bianchi se diluíram em meio à saída de integrantes e uma turnê pouco divulgada pela Rússia ao lado da banda Disturbed.

Depois de muito suspense, finalmente o grupo anuncia a volta do guitarrista norte-americano Mike Orlando (que toca também no Adrenaline Mob) e uma miniturnê brasileira com as participações especiais do baterista Mike Portnoy (ex-Dream Theater e atual Winery Dogs) e Edu Falaschi (ex-Angra).

As datas ainda estão sendo fechadas, mas devem cobrir várias capitais e com estrutura para a gravação de um DVD. As apresentações terão números de mágica e ilusionismo, como ocorreu no show paulista que contou com a presença de James LaBrie (Dream Theater).

Recentemente, o baixista Fernando Quesada e o tecladista Júnior Carelli deixaram  Noturnal alegando divergências musicais e transformaram o projeto ANIE, acústico e autoral, em seu plano principal.

A formação astual conta com Bianchi, nos vocais, Orlando na guitarra, Saulo Xakol no baixo e Henrique Pucci na bateria, além da dançarina Larissa Mioto com performances de pole dancing.

Com pouco mais de seis anos de carreira, três CDs bons e um DVD, o Noturnall teve ascensão meteórica, mas também uma trajetória turbulenta, com um número muito grande de trocas de integrantes.

Pela qualidade alta que sempre demonstrou, rapidamente se tornando uma das principais do Brasil, a estabilidade é crucial para que o grupo resgate a confiança e engate uma sequência de tranquilidade para os próximos trabalhos.

 

Serviço

OUTUBRO
Quinta/31 – FORTALEZA – Armazém

NOVEMBRO
Sexta/01 – BH – Mister Rock
Sábado/02 – BRASÍLIA – C. de Convenções
Domingo/ 03 – GOIÂNIA – Bolshoi

Quinta/07 – SÃO PAULO – Tropical Butantã
Sexta/08 – RIO – A Ser Confirmado
Sábado/09 – LIMEIRA – Bar da Montanha
Doming/10– PORTO ALEGRE – Opinião

VENDAS:

SÃO PAULO / BH
https://ticketbrasil.com.br/busca/?=noturnall

LIMEIRA
http://www.circleofinfinityproducoes.com/…/redemption-tour-…

FORTALEZA
https://www.sympla.com.br/mike-portnoy–nortural__568851

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Notas roqueiras: Billy Sheehan, Guaru Fest… http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/07/20/notas-roqueiras-billy-sheehan-guaru-fest/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/07/20/notas-roqueiras-billy-sheehan-guaru-fest/#respond Sat, 20 Jul 2019 19:22:13 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=26951

Billy Sheehan, o baixista das bandas Mr. Big, Talas, Sons Of Apollo, The Winery Dogs, entre tantos outros, se apresentará no Manifesto Bar, no dia 27 de outubro. Billy trará ao palco do Manifesto, toda sua experiência no hard rock, em um Master Class inédito e cheio de personalidade – com direito a jam session. Tocando atualmente com a super banda, Sons Of Apollo, Billy foi eleito pelos leitores da revista Guitar Player como “melhor baixista” por 5 vezes e seus solos foram comparados aos de Eddie Van Halen na guitarra.

SERVIÇO:

Live Co. e TC7 Produções apresentam: Masterclass + Jam com BILLY SHEEHAN!

Domingo, 27 de outubro de 2019 – 18h

Manifesto Bar
Endereço: Rua Iguatemi, 36, Itaim Bibi – São Paulo/SP
Fone: (11) 2574-5256 | WhatsApp (11) 94747-5883

1º Lote de ingressos já está à venda nas bilheterias do Manifesto e em: https://ticketbrasil.com.br/show/7131-billysheehan-saopaulo-sp/

***Ou nas bilheterias do Manifesto (sem taxa de conveniência).

Censura: 16 anos
Acesso a deficientes / ar condicionado
Wi-fi: a casa possui acesso a internet sem fio
Manifesto Bar – www.manifestobar.com.br
Serviço de Vallet: R$20,00

– A 8ª edição do Guaru Metal Fest acontece no dia 12 de outubro (sábado), no Clube Recreativo de Guarulhos (Rua Dr Nilo Peçanha, 111, Centro, Guarulhos – SP), e contará com 10 bandas, sendo 9 nacionais (Azul Limão, Mutilator, NervoChaos, Anarkhon, Otlaw, Necrohunter, Hell On Wheels, Living Metal e Facing Fear) e a lenda do thrash metal, norte-americana Whiplash. O festival começa às 14h. O pioneiro Mutilator é um dos destaques dessa edição, com seu Death Metal oldschool.

Serviço

GUARU METAL FEST 2019 (8ª Edição)

Dia: 12/10 (sábado)
Local: Clube Recreativo de Guarulhos (Rua Dr Nilo Peçanha, 111, Centro, Guarulhos – SP)

ATRAÇÕES:
Whiplash – New Jersey/ USA
Azul Limão – RJ
Mutilator – MG
NervoChaos – SP
Anarkhon – SP
Outlaw – SP
Necrohunter – PB
Hell On Wheels – SP
Living Metal – SP
Facing Fear – RJ

Local de venda de ingressos físicos:
Mutilation Records –Galeria do Rock (Rua 24 de maio 62, segundo andar loja 370.)

Ingressos Online:
https://www.clubedoingresso.com/evento/guarumetalfest-12-10-2019?fbclid=IwAR00c4VX4mHz963BBvLDd4SXVtvjA9n8m3bzpsGOOxmmmQr_JVNqJngt1mU

Primeiro Lote: R$ 60,00 até 30/06
Segundo Lote: R$ 80,00 a partir de 01/07.
Porta: R$ 100,00.

Classificação etária: +18

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Prefeitura de SP faz homenagem a Andre Matos com o Dia do Metal http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/07/20/prefeitura-de-sp-faz-homenagem-a-andre-matos-com-o-dia-do-metal/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/07/20/prefeitura-de-sp-faz-homenagem-a-andre-matos-com-o-dia-do-metal/#respond Sat, 20 Jul 2019 09:58:42 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=27236 Do site Roque Reverso

André Matos (FOTO: EDUARDO KANECO)

A Prefeitura de São Paulo decidiu instituir o Dia Municipal do Metal. O anúncio foi feito no dia 13 de julho, o Dia Mundial do Rock, pelo prefeito Bruno Covas (PSDB).

A data escolhida é o dia 8 de junho, data do falecimento do músico brasileiro Andre Matos, que foi vocalista dos grupos Viper, do Angra e Shaman.

O anúncio foi publicado pelo site da prefeitura paulistana e realizado durante as comemorações da Semana do Rock na cidade, no show Angra & Friends, que também homenageou o vocalista.

Já havia mobilização nas redes sociais para que Matos fosse homenageado, já que a perda do músico foi uma das mais sentidas recentemente no rock.

Andre Matos ingressou em sua primeira banda, o Viper, aos 13 anos, em 1985.

Lá, ele foi fundamental para que o grupo ganhasse reconhecimento nacional e internacional, especialmente com a gravação de dois álbuns importantíssimo para o heavy metal brasileiro: “Soldiers of Sunrise”, de 1987, e “Theatre of Fate”, de 1989.

Após deixar o grupo em 1990, ele ajudou a fundar o Angra em 1991 e, mais uma vez, foi decisivo para que o grupo estourasse nacionalmente e internacionalmente, trazendo álbuns também marcantes, como “Angels Cry”, de 1993, “Holy Land”, 1996, e “Fireworks”, de 1998.

No mesmo ano que deixou o Angra, ele fundou o Shaman, em 2000. Em 2002, o grupo trouxe com ele nos vocais o disco “Ritual”, que foi seguido pelo álbum “Reason”, de 2005.

Após sair da banda em 2006, ele iniciou sua carreira solo.

Com um currículo invejável, no qual constam bacharelado em Regência Orquestral e Composição Musical, com habilitação em Canto Lírico e habilitação em Piano Erudito, Matos era respeitado pela sua qualidade musical.

“Além de instituirmos a Semana do Rock, que celebra esse gênero musical que é uma das mais expressivas tradições culturais da cidade, vamos também reconhecer a importância do heavy metal para a cultura de São Paulo e homenagear André Matos, o icônico ex-vocalista das bandas Angra, Viper e Shaman.”, explicou Alexandre Youssef, secretário Municipal de Cultura da capital paulista.

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Restrição de smartphones em shows é um capricho de artista mimado http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/07/19/restricao-de-smartphones-em-shows-e-um-capricho-de-artista-mimado/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/07/19/restricao-de-smartphones-em-shows-e-um-capricho-de-artista-mimado/#respond Fri, 19 Jul 2019 20:03:30 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=27239 Marcelo Moreira

O maior inimigo dos músicos é o telefone celular. A cruzada contra os aparelhos une artistas tão díspares como Paul McCartney, Ian Astbury (The Cult) e cantores de rhythm & blues modernos dos Estados Unidos – curiosamente, os cantores sertanejos não se importam…

Os flashes das câmeras fotográficas de celulares é capaz de provocar a ira de tal forma que, recentemente, o cantor inglês Rob Halford chutou um aparelho em recente show do Judas Priest – o espectador, que estava na grade, filmava insistentemente o cantor, apesar dos pedidos desde o começo da apresentação para que ninguém fizesse isso. Halford, é bom que se diga, é um dos artistas mais educados e gentis do rock.

Agora é a vez do King Crimson, banda maravilhosa de rock progressivo que comemora 50 anos de carreira neste ano e que fará sua estreia em palcos brasileiros em 2019.

A banda anunicou que o show de São Paulo, nso Espaço das Américas, smartphones estarão proibidos para que as pessoas “desfrutem das inúmeras sensações de assistir a um concerto.”

Não é a primeira vez que a banda faz isso e não é o primeiro grupo a tentar restringir (reprimir?) o uso de aparelhos celulares nos shows. A questão que fica é a seguinte: até que ponto esse tipo de atitude é uma invasão da vida privada dos espectadores?

Em 2017, no Allianz Parque, em São Paulo, Ian Astbury, o cantor do The Cult, ficou irritado com os espectadores paulistanos que estavam mais interessados em navegar no celular e em tirar fotos do que curtir a apresentação da banda e ironizou o fato em algumas tiradas sarcásticas.

Por que os celulares incomodam tanto? Os artistas não deveriam estar m,ais preocupados em fazer um show decente (coisa que Asbury e sua banda não fizeram) em vez de ficar cuidando da vida privada dos fãs?

É compreensível, de certo modo, que os músicos se irritem com a mania atual de filmar e fotografar os shows. Eles querem toda a tenção, e é mito justo, para não falar do fato de que as luzes dos celulares e flashes atrapalham.

Entretanto, a praga dos celulares é um fato. Multifuncionais, vieram para ficar. Transformaram-se em uma parte importante da vida e do “corpo” das pessoas. Como estabelecer limites para o seu uso? Por meio de lei? Os artistas têm o direito de restringir o uso do aparelho?

É louvável a preocupação do King Crimson em preservar a sua arte e em valorizá-la, mas desde que isso não interfira na liberdade individual das pessoas.

Proibir o uso de smartphones, seja para fotos/filmes ou até mesmo para o uso normal de checagem de mensagens, é um dos maiores absurdos da história da humanidade.

Não cabe ao artista ou a quem quer que seja regular comportamentos e dizer o que cada um pode ou não fazer dentro de um show.

Queiram ou não, celulares se transformaram em artigos necessários e fundamentais no dia a dia das pessoas. Um médico não pode ficar sem o telefone durante um espetáculo, assim como um oficial do Corpo de Bombeiros.

Ao menos dois advogados consultados pelo Combate Rock afirmam que, em princípio, a restrição dos smartphones pode ser contestada judicialmente.

A questão é controversa. No entanto, em termos artísticos, o problema é outro: até que ponto o uso dos celulares interfere e atrapalha o espetáculo? O artista não deveria se preocpar com assuntos mais relevantes e importantes?

 

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