Combate Rock http://combaterock.blogosfera.uol.com.br O Combate Rock é um espaço destinado a pancadarias diversas, com muita informação, opinião e prestação de serviços na área musical, sempre privilegiando um bom confronto, como o nome sugere. Tue, 24 Apr 2018 19:55:33 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.2 Kamboja anuncia o fim de suas atividades http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2018/04/24/kamboja-anuncia-o-fim-de-suas-atividades/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2018/04/24/kamboja-anuncia-o-fim-de-suas-atividades/#respond Tue, 24 Apr 2018 19:55:33 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=21387 Nelson Souza Lima*

Há algumas semanas uma notícia pegou de surpresa a cena rock underground paulistana. Após seis anos de estrada o Kamboja anunciou fim das atividades.

O comunicado chocou os fãs que, incrédulos, custaram a acreditar na veracidade da informação. Contando apenas com dois integrantes originais, o vocalista Fábio Maka Makarrão e o batera Paulão Thomaz o grupo foi no limite até que o freio estourou de vez (referência ao último trabalho dos caras lançado em 2016).

Para matar a curiosidade dos fãs e saber o que pegou fui trocar uma ideia com o Paulão, que muito gente boa, falou comigo.

Para quem ainda não sabe o Paulão é uma lenda viva da cena rock metal paulistana e brasileira. O cara começou sua trajetória lá em 1980 empunhando as baquetas do Centúrias. Com a banda participou da clássica coletânea “SP Metal”, lançada em 1983, que trazia Salário Mínimo, Avenger e Vírus.

Paulão tocou depois em vários grupos legais como Firebox, Cheap Tequila e Baranga. Neste último ficou quase 15 anos e, entre tantos momentos marcantes, abriu dois shows do Motorhead. O cara não é fraco não.

Com o Kamboja lançou os CDs “Viúva Negra” e “Até o freio estourar”. A trupe tinha passado por uma reformulação em 2017 e estava na batalha pra divulgar o trampo.

Influenciado por grandes bateras como o Rolando Castello Jr do Patrulha do Espaço, o cara tem ainda entre suas referências Made In Brazil,Tutti Frutti, Iron Maiden, Saxon e Black Sabbath.

Para ele o melhor momento do Heavy Metal brasuca rolou nos anos 80, que mesmo fadado ao underground, teve grandes representantes. “Quando o Sepultura surgiu arrebentando legal, todo mundo pensou que ia virar, mas não rolou”, diz.

Para ele o aspecto cultural também pesa. “O rock nos nossos vizinhos chilenos e argentinos é mais forte. Toquei lá com o Firebox e Baranga. Lá o jovem é bem mais roqueiro que o jovem brasileiro. Aqui divide muito. Olha o caso do Patrulha do Espaço que é muito mais respeitado na Argentina que no Brasil”, atesta o batera.

Ainda de acordo com o batera a virada dos 80 para os 90 foi também determinante para confinar ainda mais o rock pesado no underground com a popularização de gêneros como pagode, axé e sertanejo.
“Teve o Grunge também que relegou ao underground e, costumo dizer que aqui no Brasil, o underground não existe. A gente não ganha grana, nem é respeitado”, afirma.

Para Paulão alguns fatores contribuíram para o fim do Kamboja.
“Foi uma puta banda. Uma das melhores que toquei. Gravou um EP e dois CDs, um deles pela Baratos e Afins. Fazer isso nos dias atuais poucos grupos conseguem. Só que chegou ao final, devido a vários problemas internos, mas também a falta da cena, falta de respeito, falta de lugares pra tocar. Ter que pagar pra tocar não é legal. É um trabalho, uma empresa. Como vai crescer se você tiver que dar seu produto? Não vai pra frente”, lamenta

Falta de respeito por parte de contratantes e mudanças de integrantes ficaram desgastantes, além da falta de grana e ausência de público estão entre os fatores que levaram ao encerramento das atividades.

“Tocar pra dez pessoas e um show no qual o cara desligou a luz do bar foram a gota d’água. E olha que estávamos com uma formação muito boa com Marcelo Araújo na guitarra e Mauro Catani no baixo, mas não deu pra aguentar a pressão. Eu resolvi sair e o Marcelo também saiu. O nome da banda é do Makarrão, mas pelo que ele escreveu por ai, não creio que continue. Pena, mas é melhor parar uma coisa que não tá indo pra lugar algum. Ligava pros bares pra marcar show e a resposta era sempre a mesma que não dava pra pagar cachê e lugares fechando as portas”, diz.
Paulão conclui dizendo que resolveu dar um tempo. “Amo tocar bateria, quero continuar tocando. Só não sei ainda com quem, quando, como, onde e por que”, finaliza o cara com um lead mais que interrogativo.

Esperemos que em breve todas as perguntas sejam respondidas e possamos ver esse fera das baquetas de volta aos palcos. Valeu, Paulão.

* Nelson Souza Lima é jornalista e trabalha no Centro Cultural São Paulo

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Moonspell, cantando em português, toca em São Paulo nesta quinta-feira http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2018/04/24/moonspell-cantando-em-portugues-toca-em-sao-paulo-nesta-quinta-feira/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2018/04/24/moonspell-cantando-em-portugues-toca-em-sao-paulo-nesta-quinta-feira/#respond Tue, 24 Apr 2018 15:00:27 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=21377 Marcelo Moreira

A cantora norte-americana Stacey Kent, uma das grandes artistas do jazz da atualidade, costuma dizer que a língua portuguesa tem uma carga de dramaticidade tão grande e intensa que é difícil não parar tudo para ouvir música brasileira.

Entusiasta da bossa nova, ela e o marido saxofonista não pensaram duas vezes e trataram de aprender português, que falam com fluência, o que gerou CDs de ótima qualidade.

De certa forma, o vocalista Fernando Ribeiro, da banda portuguesa Moonspell, disse a mesma coisa em uma entrevista muito bacana à revista Roadie Crew, em sua edição de abril.

A maior banda de metal (e do rock) de Portugal surpreendeu os fãs e trocou o inglês pelo português natal em seu último álbum, “1755”, lançado há pouco. Ribeiro admitiu certa estranheza ao ouvir cantar, e de pois ouvir, o Moonspell em sua língua natiiva. “Mas não tinha outro jeito, o tema requeria que cantássemos em nosso idioma. Era necessário.”

Essa novidade, digamos assim, será o prato principal do show que o quinteto português em São Paulo nesta quinta-feira, dia 26 de abril.

Um dos expoentes do chamado metal moderno da Europa, o Moonspell está há 26 anos fazendo música de qualidade, apesar dos temas profundos e, muitas vezes, áridos.

Três anos após a participação no Rock in Rio, o show de agora celebra um dos momentos mais importantes da carreira do grupo, que é formado por Fernando Ribeiro (vocalista), Ricardo Amorim (guitarra), Pedro Paixão (guitarra), Aires Pereira (baixo) e Mike Gaspar (bateria).

O novo álbum, “1755”, apresenta uma intensa dramaturgia conceitual, inteiramente cantada em português e criada para retratar o terremoto que devastou Lisboa no século XVII que. aliado a incêndios e tsunami, praticamente destruiu a capital portuguesa e seus arredores.

O disco, produzido por Tue Madsen (Meshuggah, The Haunted, Dark Tranquility, Dir En Grey, Die Apokalyptischen Reiter) também apresenta Paulo Bragança fazendo os vocais sobrenaturais como um anjo caído saindo de um fado, algo muito frequente na cultura portuguesa.

Seus vocais diferentes e interessantes são apresentados em “In Tremor Dei” (“Fear Of God”). O repertório também inclui uma versão dark para a clássica “Lanterna dos Afogados” do Paralamas do Sucesso – e o resultado ficou muito bom.

“1755” é um disco de raiz metal, com orquestrações épicas e vozes e letras que testemunham a agonia daquele dia.

A banda preocupou-se também em recriar a época, existindo uma fusão com elementos percussivos e melódicos que remete para os fins do século e para a atmosfera que se vivia na capital portuguesa na altura.

Apesar de ser uma banda que tem muitos laços musicais com o Brasil, é pouco conhecida pelo público daqui. Com um grande álbum na bagagem, o show do Moonspell é altamente recomendável.

SERVIÇO SÃO PAULO

Data: quinta-feira, 26 de abril de 2018
Local: Carioca Club – ww.cariocaclub.com.br
End: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – próximo ao Metrô Faria Lima
Abertura da casa: 19h30 | Showtime: 21h
Imprensa: press@theultimatemusic.com
Evento Fb: https://www.facebook.com/events/1795733587394513
Infoline: (11) 3813-8598
Classificação etária: 16 anos. 14 e 15 anos: entrada permitida com responsável legal, mediante apresentação de documento
Estacionamento: locais próximos sem convênio
Estrutura: ar-condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes e enfermaria

# SETORES/VALORES
– Pista: R$ 120,00 (meia-entrada/promocional*)
– Camarote: R$ 180,00 (meia-entrada/promocional*)
*O ingresso promocional antecipado é válido mediante a entrega de 1 kg de alimento não-perecível na entrada do evento.

# COMPRA PELA INTERNET – http://www.clubedoingresso.com/moonspell-sp
Formas de Pagamento: dinheiro, cartões de crédito e débito Visa, MasterCard, American Express e Diners Club
# PONTO DE VENDA OFICIAL: bilheteria Carioca Club e Galeria do Rock (loja 255)
# PONTOS AUTORIZADOS em São Paulo, Barueri, Jandira, Osasco, Santo André, São Caetano, São José do Rio Preto, Curitiba e Rio de Janeiro. Consulte o ponto de venda mais próximo da sua região em http://www.clubedoingresso.com/ondecomprar.

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Livro sobre metal made in Pernambuco tem nova edição http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2018/04/24/livro-sobre-metal-made-in-pernambuco-tem-nova-edicao/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2018/04/24/livro-sobre-metal-made-in-pernambuco-tem-nova-edicao/#respond Tue, 24 Apr 2018 10:00:26 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=21360 Equipe Combate Rock

Capa do livro “Pesado – Origem e consolidação do metal em Pernambuco”

Depois do sucesso da primeira edição do livro Pesado –, do jornalista Wilfred Gadêlha, deu para sentir, literalmente, o peso do público interessado na trajetória desse movimento musical no Estado. Os mil exemplares publicados em 2013 se esgotaram em três meses!

Quatro anos e muitos mosh pits depois, uma segunda edição se fez imprescindível. Revisada e ampliada, a publicação será lançada pela Cepe Editora, no dia 25 de abril, às 19h, no Centro Cultural Correios, em Recife.. Com 336 páginas, o leitor ainda terá direito a QR Code, que dá acesso a uma trilha sonora composta por quinze canções – uma para cada capítulo – escolhidas a dedo pelo autor para acompanhar a leitura.

Após escrever a primeira versão do livro, surgiu o documentário Pesado – que som é esse que vem de Pernambuco, do qual Wilfred foi idealizador. O material audiovisual foi outro sucesso tão de peso que incentivou novas bandas de metal a se formarem e fez outras tantas que estavam paradas ressurgirem. “Bandas acabaram, outras ganharam novo status, gente importante nos deixou, apareceram novos produtores de shows, novas casas, até um novo festival surgiu: o Hellcifest. Percebi que o modo de ouvir música havia mudado e senti necessidade de ‘dar um tapa’ naquilo que havia escrito”, conta Wilfred no prefácio.

Amparado por pesquisas sociológicas, o livro não se prende à cronologia – vai e volta no tempo diversas vezes sem se perder. “Quem curtia heavy metal nos anos 1970 curte até hoje”, justifica o autor, que tem uma banda de heavy metal, a Will2Kill, já cobriu muitos shows como jornalista e acompanha a cena local desde a adolescência.

Dividida em três partes – O espaço, O som, A imagem -, a obra dá voz a protagonistas como a primeira banda de heavy metal pernambucana, a Herdeiros de Lúcifer, que fez o primeiro show em 1983. Os poucos headbangers locais que existiam lá pelos anos 1970 foram muito bem acolhidos na loja de discos de som pesado e residência do lendário, esquisitão e gente fina Humberto Luiz de Brito, no nº 97 da Rua Matriz, na Boa Vista.

Nesta nova edição foram incluídos ainda depoimentos dados no filme, deixando a obra ainda mais completa. Ao final, a obra conta com valiosas imagens – apesar de caseira e toscas em sua maioria. Mas quem queria saber dos ‘camisas pretas’ nordestinos a não ser o underground?

Ainda mais pernambucanos, que não cantavam em inglês como manda a regra do metal, e cujas letras urradas não versavam apenas sobre o diabo e outras criaturas macabras e sobrenaturais, mas eram denúncias sociais e políticas, tal qual o punk.

“Vai ver por isso só tivemos a primeira gravação de um CD de heavy metal em 1995”, conta Wilfred. A banda? A veterana Cruor, na qual já foi vocalista. O resto é história. Muita história.


SERVIÇO

Lançamento do livro Pesado – Origem e consolidação do metal em Pernambuco, de Wilfred Gadêlha (Cepe Editora) – 2ª edição revisada e ampliada

Quando: 25 de abril às 19h

Onde: Centro Cultural Correios – Recife/PE

 

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Notas roqueiras: Alírio Netto, Noturnall, James LaBrie, Ufrat… http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2018/04/23/notas-roqueiras-alirio-netto-noturnall-james-labrie-ufrat/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2018/04/23/notas-roqueiras-alirio-netto-noturnall-james-labrie-ufrat/#respond Mon, 23 Apr 2018 23:58:37 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=21375

Alírio Netto (FOTO: DIVULGAÇÃO)

– O ator e cantor Alírio Netto confirmou a participação especial do baterista Bruno Valverde (Angra) na gravação do DVD que acontecerá em São Paulo, no Teatro Porto Seguro, dia 24 de Abril, ao lado da Noturnall e James Labrie. O músico vai tocar uma composição do Angra com seus companheiros de banda e o vocalista Alírio Netto em uma faixa muito especial. O vocalista irá gravar um DVD que entrará para a história com a banda Noturnall. O show já está sold out e acontece no dia 24 de Abril (terça-feira), às 21h, em São Paulo. Além de sua esposa e atriz Livia Dabarian, o show conta com convidados do Angra, Rafael Bittencourt, Felipe Andreoli e Marcelo Barbosa. Alírio cantará sucessos de sua carreira solo, com as bandas Khallice e Age of Artemis e dos musicais Jesus Christ Superstar e We Will Rock You. O show também conta com a participação especial do vocalista James Labrie (Dream Theater).

– A banda de thrash metal Ufrat informa que o seu primeiro álbum, “Global Devastation” está disponível para audição completa nas principais plataformas de Streaming do mundo. O álbum que marca a estreia do grupo, é forte, rápido e avassalador, contendo elementos da velha escola dos thrash metal, como maior influência do grupo na hora de escrever e elaborar os arranjos. Confira o disco Global Devastation no Spotify:https://open.spotify.com/album/5Z4MRe2YHMY5fXaxA3V7Gg?si=z55bxXDpRguFrbJBo5gFgA

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Radiohead leva fãs ao mundo dos sonhos em São Paulo http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2018/04/23/radiohead-leva-fas-ao-mundo-dos-sonhos-em-sao-paulo/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2018/04/23/radiohead-leva-fas-ao-mundo-dos-sonhos-em-sao-paulo/#respond Mon, 23 Apr 2018 19:59:33 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=21349 Fernando Cesarotti* – especial para o Combate Rock

O Radiohead proporcionou uma experiência de sonho aos milhares de fãs que foram no último domingo ao Allianz Parque, depois de nove anos de ausência em São Paulo. Percussão em alto volume, telões ensandecidos, luzes ofuscantes… e, debaixo disso tudo, canções, momentos para preencher a alma e alegrar (ou partir) corações. Não simples canções, mas belas e bem escritas pérolas que foram a trilha sonora de todo indie que se preza nos últimos 25 anos.

(Foto: Simon Plestenjak/UOL)

Sim, eu sei que a palavra “experiência” pode soar desgastada aos ouvidos de hoje, depois de tanto mau uso por marqueteiros e picaretas de plantão, mas não há outra definição para o pacote completo do show. Assisti ao show no canto oposto ao palco, a 100 metros de distância de Thom Yorke e seus asseclas, e os vi como se fossem pequenas formigas. E mesmo assim, valeu muito a pena.

Os enormes telões ao lado e no fundo do palco apresentavam imagens oníricas, como se fossem caleidoscópios gigantes, que eventualmente se sobrepunham a closes dos músicos. No som, a banda abusava das baterias eletrônicas e sintetizadores que têm marcado seus últimos trabalhos, criando um efeito hipnótico no público.

Isso porque, por baixo das paredes de som, o Radiohead produz canções. Músicas que podem ser assobiadas, que trazem boas memórias, que emocionam, casos de “Weird Fishes” e “Bodysnatchers”, sucesso do já veterano In Rainbows, ou de “Lotus Flower”, a famosa “música da dancinha”. Yorke ainda presenteou os paulistanos com “2+2=5” e “There There”, do excelente Hail to the Thief, duas canções que ficaram de fora do show no Rio.

Mas a emoção bateu mesmo nos momentos em que a banda se desarmou do “sonzão” para reapresentar algumas obras-primas do clássico Ok Computer (lá se vão 21 anos desde seu lançamento). “Let Down”, “No Surprises” e “Pananoid Android” fizeram o público cantar alto, pular e até bater cabeça – no caso da última, que alterna dedilhados de violão com parede de guitarras.

Na apoteose, Thom puxa “Fake Plastic Trees”. “If I could be who you wanted all the time”, ele diz. Encerra o show, deixa o palco. As luzes se acendem. Atônitos, os fãs demoram alguns minutos para deixar o estádio e seguir a vida. Faltaram alguns hits, “Creep”, “Karma Police”, “Airbag”, “The National Anthem”. Não dá para ser quem os fãs esperam o tempo todo, afinal de contas – mas deu, sim, para sentir o gostinho e sair satisfeito. Foi um belo sonho de uma noite de outono.

Nota do blog – No player abaixo, a playlist com as músicas tocadas no show em São Paulo, criada pela jornalista Flávia Durante

*Fernando Cesarotti é jornalista e professor.

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Notas roqueiras: Alírio Netto, Symmetrya, Blixten… http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2018/04/23/notas-roqueiras-alirio-netto-symmetrya-blixten/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2018/04/23/notas-roqueiras-alirio-netto-symmetrya-blixten/#respond Mon, 23 Apr 2018 14:53:45 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=21064

– O ator e cantor Alírio Netto apresenta a capa do novo single de estúdio “Back To Light”, faixa inédita que será lançada em breve em todas as plataformas de streaming e nas redes sociais do artista. A música foi gravada nos estúdios do EM&T e produzida por Fernando Quesada, Brunno Henrique e Alírio Netto no próprio EM&T. A capa e a foto do single foi criada pelo fotógrafo Danillo Facchini. Os músicos que gravaram esta faixa inédita “Back To Light” são Fernando Quesada (baixo), Brunno Henrique (guitarras), Junior Carelli (teclados) e Henrique Pucci (bateria). “Com muito orgulho divulgo a capa de meu novo single Back To Light. Esta música é muito especial porque foi gravada junto com os meus amigos da Noturnall e será apresentada nos próximos dias para todos que acompanham meu trabalho. Ela tem muito do meu DNA e gostaria muito de saber do feedback de todos os meus amigos e fãs”, disse Alírio Netto.

– A banda Symmetrya acaba de divulgar o lyric vídeo da música “To Live Again”, faixa presente no último álbum de estúdio “Last Dawn”. A letra dessa musica e uma continuação da musica “Learn To Live”, presente no álbum Eternal Search. O lyric vídeo foi criado e produzido por Júlio Victor, do canal “Ta Na Capa”, que já trabalhou para bandas do quilate de Angra e Hangar. A Symmetrya já conclui todas as gravações do seu novo álbum intitulado “Beyond The Darkness”, onde nos próximos dias divulgará mais detalhes em todas as redes sociais da banda. Atualmente formado por Jurandir Moreira (vocal), Alexandre Lamim (guitarra), Milton Maia (teclado), Gean Carlos (baixo) e Marcos Vinicius (bateria), a Symmetrya vem conquistando espaço no cenário brasileiro com grandes produções em seus novos trabalhos. O grupo surgiu em meados de 2002 com o ideal de compor músicas de qualidade alheia aos modismos da música contemporânea e que mesclem peso, boas melodias e intervenções progressivas, sem prender-se a um mero rótulo. A Symmetrya ainda participou recentemente do Musical Dreams, com musicas e dança em homenagem ao Michael Jackson. Confira o lyric vídeohttps://youtu.be/tenA44lcz0g

– A banda Blixten, de Araraquara, lança o EP “Stay Heavy”. Gravado no estúdio Távola em Araraquara, o EP reúne cinco canções autorais e inéditas: “Requiem Aeternam”, “Trapped In Hell”, “Stay Heavy”, “Maktub” e “Strong As Steel”, além de “Like Wild” como faixa bônus. Já está disponível em todas as plataformas digitais de streaming.

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Shinigami investe nas novidades do classic rock http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2018/04/23/shinigami-investe-nas-novidades-do-classic-rock/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2018/04/23/shinigami-investe-nas-novidades-do-classic-rock/#respond Mon, 23 Apr 2018 09:54:21 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=21055 Marcelo Moreira

O Deep Purple é o prato principal, mas a onda de lançamentos de classic rock da Shinigami Records tem outras coisas muito interessantes no catálogo de 2018.

Os mais recentes trabalhos dos japoneses do Loudness e do Foreigner encabeçam a lista, sendo duas bandas que já se aproximam ou chegaram aos 40 anos de carreira.

O Loudness surgiu de forma fulminante no começo dos anos 80 e chamou muito a atenção nos Estados Unidos com seu som pesado baseado no heavy metal inglês. Em seguida, começou a adicionar elementos pinçados dos alemães Scorpions e Accept até cair na armadilha de emular o hard rock californiano no fim daquela década.

Foram muitas idas e vindas, com mudanças de direção e de integrantes até que optasse por fazer um heavy metal mais moderno, quase thrash, absorvendo elementos do metalcore.

“Rise to Glory” não é um primor de originalidade, mas é heavy metal bem feito e com boas ideias, principalmente vindas do excelente guitarrista Akira Takasaki. A versão brasileira traz um CD bônus com regravações dos clássicos da banda.

O Foreigner, um dos principais nomes do chamado AOR (na definição original, álbum orientado para o rock), reaparece após um tempo de hiato com um álbum ao vivo, mas diferente.

A banda aqui está acompanhada pela 21st Century Orchestra & Chorus e executou em dois dias seus principais clássicos com arranjos eruditos. Tudo foi gravado na cidade de Lucerna, na Suíça, em maio de 2017.

Para quem já perdia as esperanças de adquirir a versão nacional do primeiro trabalho de Phil Campbell, ex-guitarrista do Motorhead, a Shinigami resolveu o problema. A versão nacional de “The Age of Absurdity”, trabalho de Phil Campbell & The Bastards Sons já está nas lojas.

Ao lado de seus três filhos, o bom guitarrista galês tentou atirar para todos os lados e criou um álbum interessante, que vai do heavy metal ao blues – aliás, “Dark Days”, blues pesado na melhor tradição do Motorhead, é a melhor faixa do disco.

Uma banda que já virou classic rock é Corrosion of Conformity, que acaba de lançar “No Cross No Crown”. Com mais de 20 anos de estrada, o grupo tem a volta do vocalista e guitarrista Pepper Keenan, que deixou o som mais pesado e intenso, apsar da produção intencionalmente mais suja deixar alguns temas um pouco mais abafados.

E para quem se acostumou com o hard rock/stoner da banda internacional Blues Pills, que já lançou dois álbuns, eis que agora chega ao Brasil “Lady in Gold – Live in Paris”, o primeiro CD ao vivo.

O que era ótimo no estúdio ficou excelente ao vivo, com a cantora sueca Erin Larsson esbanjando feeling e categoria.

Para os próximos meses, a Shinigami promete outros três lançamentos no metal: os novos CDs de Ministry (“Amerikkkant”), Machine Head (“Catharsis”, provavelmente em versão com CD bônus) e o novo projeto do guitarrista Michael Schenker, Michael Schenker Fest.

Com uma ideia ousada e dispendiosa, o músico alemão resolveu juntar a sua banda atual, o Michael Schenker’s Temle of Rock, com todos os vocalistas que já o acompanharam em suas encarnações solo – Gary Barden, Graham Bonnet, Robin McAuley e Doogie White.

“Resurrection” é uma reunião de amigos para celebrar a vida, e o nome do álbum faz alusão a isso. São canções inéditas e autorais, que revelam certo cansaço da galera convocada, mas está longe de ser algo “chutado”, feito para cumprir tabela.

O projeto surgiu depois que Schenker resolveu fazer uma festa para comemorar os seus 45 anos de carreira, e deu tão certo que a galera decidiu se juntar para um álbum inteiro de inéditas de versões. Para quem gosta de classic rock, é altamente recomendável.

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Notas roqueiras: El Negro, Silver Mammoth, Velho Buffalo Rufus… http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2018/04/22/notas-roqueiras-el-negro-silver-mammoth-velho-buffalo-rufus/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2018/04/22/notas-roqueiras-el-negro-silver-mammoth-velho-buffalo-rufus/#respond Sun, 22 Apr 2018 19:10:08 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=20864

Silver Mammoth (FOTO: DIVULGAÇÃO)

–  O power trio gaúcho El Negro, formado por Mumu (vocal e guitarra), Fabian Steinert (baixo) e Leandro Schirmer (bateria), lança o segundo álbum da banda, “Tudo Vai Mudar”, gravado no estúdio Toca do Bandido, no Rio de Janeiro, e produzido por Felipe Rodarte. A obra tem participações especiais de Jan Santoro (Facção Caipira), Carlos Carneiro (Bidê Ou Balde) e Tacho Cruzeiro (Cruzas). Ouça “Tudo Vai Mudar”:

https://www.youtube.com/watch?v=EqOGs_9uFak&t=175s
https://open.spotify.com/album/1s13yVMQFPmGV2nyrL9v8u

– A banda paulista Silver Mammoth disponibilizou um vídeo inédito, ao vivo, da música “Mindlomania”, extraído da sua participação na edição 2017 do Festival Punk Rock. Link: https://www.youtube.com/watch?v=7XKKn7EWOYg

– A banda carioca Velho Buffalo Ruffus disponibilizou um novo vídeo no seu canal no YouTube, contendo imagens extraídas de um ensaio, no formato de 360 graus para celulares e smartphones. A música escolhida para o registro áudio visual foi “Você Não Sabe Aonde Estou”, faixa de abertura do seu primeiro EP “Terror”. Link: https://www.youtube.com/watch?v=k9xIkoAr6Sk

 

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‘Icone fashion’, a marca Ramones está sendo vilipendiada http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2018/04/22/icone-fashion-a-marca-ramones-esta-sendo-vilipendiada/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2018/04/22/icone-fashion-a-marca-ramones-esta-sendo-vilipendiada/#respond Sun, 22 Apr 2018 09:43:44 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=21345 Marcelo Moreira

Todo mundo ficou horrorizado e depois ridicularizou a tal participante do BBB 18 que achava que Ramones era uma marca de roupa, e não uma banda de rock das mais importante da história.

Infelizmente a menina desinformada e pouco interessada em cultura não está sozinha nesta tristeza que se transformou a vida neste planeta.

Há três anos escrevi o texto abaixo falando do vilipêndio do nome Ramones em camisetas diversas e muitas bugigangas, com o tal “mercado”, formal e informal, se apropriando de uma marca poderosíssima e que, certamente, faria Joey Ramone, o vocalista morto em 2000, vomitar incessantemente.

De forma lamentável, o texto é atual.

O que Che Guevara, o mundialmente conhecido símbolo “Smile” e os Ramones têm em comum? Uma rápida olhada em lojas de roupas jovens e bugigangas diversas em alguns países explicita a resposta: são três das imagens mais concorridas do mundo fashion, estampando produtos diversos – e geralmente sem o devido pagamento de royalties.

Joey Ramone (vocal) e Dee Dee Ramone (baixo) provalmente não se importaria com isso, mas Johnny Ramone (guitarrista), com sua seriedade e característico mau humor, esbravejaria contra a mercantilização banal da icônica marca da banda.

Assim como quem veste camisetas com o rosto de Che geralmente desconhece a importância e a história do personagem – isso quando sabe quem é -, a proliferação de roupas com o logo dos Ramones (e, em menor escala, do Motorhead) não significa quase nada.

Na recente prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), em São Paulo, chamou a atenção a quantidade de adolescentes em uma escola da zona oeste da cidade vestindo camisetas pretas, vermelhas e amarelas com o símbolo redondo com so nomes dos integrantes dos pioneiros do punk rock norte-americano.

Uma rápida abordagem a oito deles, cinco garotos e três meninas, reforça a suspeita: só dois sabiam quem eram os Ramones, embora apenas um soubesse o nome de ao menos três músicas da banda.

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Outros três tinham conhecimento do que se tratava (sabiam que eram uma banda de rock, e mais nada); os demais três jovens simplesmente ignorava o significado do logo e, obviamente, quem eram os Ramones.

“A imagem é legal, pareceu interessante”, disse uma menina loira que não desgrudava do celular. “Tá na moda, uns amigos me falaram que era legal usar e acabei comprando”, disse Miguel, de 18 anos, morador de Osasco (Grande São Paulo), apreciador de pagode e sertanejo e que nunca tinha ouvido falar que Ramones era uma banda de rock – tinha acabado de saber naquele instante, ao ser perguntado do porquê de usar a camiseta.

No centro de São Paulo, algo parecido ocorreu na tarde de um sábado chuvoso do mês de outubro. No espaço de 40 minutos, sete jovens passaram pela praça da República usando adereços que lembravam os Ramones – camisetas, calças e mochilas.

Somente dois sabiam do que se tratava – um conseguiu lembrar de uma música, o outro não. Dos outros cinco, dois ao menos tinham ideia de que se tratava de uma banda de rock, enquanto outros três ignoravam – “ganhei de presente e achei legal a camiseta. Não faz diferença o que significa”, disse uma garota morena de pouco mais de 20 anos de idade. Destes cinco, todos abominavam rock e amavam funk e pagode.

Aparentemente, é inexplicável a atração que a estampa dos Ramones exerce nos jovens e nos nem tão jovens em vários locais do mundo quase 20 anos depois do fim do grupo.

Nas principais lojas de roupas de moda “rock” da Galeria do Rock, no centro de São Paulo, as vendedoras são unânimes: Ramones são os campeões de venda, em especial a camisa preta com o logo redondo, com a águia e os nomes dos integrantes da formação clássica circundando o desenho.

“É um clássico, até as crianças pedem, embora a gente perceba que são poucos os que realmente conhecem a banda e sabem de seu significado para a música”, comentou uma vendedora que se identificou apenas como Amanda e que trabalha em uma das maiores lojas do centro comercial.

Os mais conservadores, radicais e puristas dirão que essa “glamourização” de uma banda punk emblemática é um sintoma da perda de relevância do gênero musical ao, mais uma vez, sucumbir ao capitalismo e ao mercado – e principalmente com a “absorção” de um símbolo importante do rock de caráter revolucionário e contestador.

Deixando o saudosismo e o romantismo de lado, além dos choraminos dos puristas, a absorção da marca Ramones pela dita sociedade capitalista é um fato que tem relevância relativa dos pontos de vista musical, sociológica e cultural. Não passa de uma curiosa constatação da mutação que atingiu a sociedade de consumo desde que a banda surgiu, em 1974.

Primeiro álbum dos Ramones, lançado em 1976, com a formação original

Primeiro álbum dos Ramones, lançado em 1976, com a formação original

Johnny Ramone provavelmente não gostaria de ver no que a poderosa marca se transformou ao longo de 40 anos, mas pouco poderia fazer para impedir o que poderia considerar a “banalização”. Possivelmente nem comemoraria o fato de a disseminação dos logos dos Ramones consolidar, de forma categórica, a eternidade da banda.

Assim como a icônica fotografia de Che Guevara se transformou em souvenir barato, estampando camisetas, canecas chaveiros e muitas outras coisas,  os símbolos ramônicos serem apropriados por um mercado pouco afeito a reverências não deve ser encarado como um sacrilégio – embora muitos encarem assim.

Infelizmente, talvez seja um reflexo da contínua e progressiva perda de valor que a música vem sofrendo desde o final do século passado – algo que pode ser observado também em outras áreas do entretenimento.

O que era motivo de orgulho décadas atrás, até como meio de expressão e exposição de uma posição ideológica não passa hoje de mero adorno para rolezinhos em shoppings e em festas diversas – sem cerimônia ou vergonha, teve gente ostentando a camiseta dos Ramones em festas sertanejas no interior de São paulo, como Barretos e Fernandópolis.

Ramones para consumo rápido, acrítico e desprovido de qualquer conteúdo. Não é surpreendente, mas não deveria ser assim.

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Notas roqueiras: Edu Falaschi, Water Rats, Kike Oliveira… http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2018/04/21/notas-roqueiras-edu-falaschi-water-rats-kike-oliveira/ http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2018/04/21/notas-roqueiras-edu-falaschi-water-rats-kike-oliveira/#respond Sat, 21 Apr 2018 19:00:57 +0000 http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/?p=21117

Edu Falaschi e banda (FOTO: DIVULGAÇÃO)

– Edu Falaschi e banda retornam à Grande São Paulo com dois shows no final de maio – 25 de maio em São Bernardo do Campo (Teatro Lauro Gomes) e no dia seguinte, 26 d maio, em em São Paulo. A banda que tem Edu Falaschi, Aquiles Priester, Fabio Laguna (ambos ex-Angra), Raphael Dafras, Roberto Barros e Diogo Mafra, apresentará os clássicos da carreira de Edu, dos álbuns “Rebirth” e “Temple Of Shadows” – sem deixar de lado, é claro, músicas de “Aurora Consurgens” e “Aqua”.  A banda conta com o mesmo time de estrelas de toda turnê, entre elas estão Aquiles Priester, renomado baterista que integrou além do Angra, bandas não menos importantes como Hangar, Noturnall, Primal Fear, entre outras; Fabio Laguna, tecladista que acompanhou o Angra nas turnês dos anos 2000, além dos virtuosos Diogo Mafra e Raphael Dafras do Almah e o mais novo “guitar-hero” do Brasil, Roberto Barros.

SERVIÇO SÃO BERNARDO

Dia: 25/05/18 (sexta)

Local: Teatro Lauro Gomes (Rua Helena Jackey 171, Rudge Ramos, São Bernardo – SP)

INGRESSOS À PARTIR DE R$50,00 em:

https://ticketbrasil.com.br/show/5831-edufalaschi-saobernardodocampo-sp/

PONTO DE VENDA SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA:

LOJA AGE OF DREAMS (Galeria Z)

R. Marechal Deodoro, 1754 – Loja 33 – Centro, São Bernardo do Campo – SP – Tel.: 97616-6861

Abertura dos portões: 20h. | Show: 21h. | Término: 23h.

Censura: Livre

– A banda Water Rats anuncia Alê Iafelice como seu novo baterista e lança o clipe de “Rolling Stoners”, com participação de integrantes da banda Deb & The Mentals. A direção é de Dennis Carrion. Iafelice já estava na banda quando, no fim de 2017, ao lado de Deb & The Mentals, fizeram uma sequencia de shows na Forever Vacation Sudamerica Tour. Os dois grupos passaram por cidades dos Estados do Sul do país, chegando ao Uruguai. Em Porto Alegre, encontraram com Denis Carrion e equipe, onde gravaram o clipe de “Rolling Stoners”. A música faz parte do álbum “Year 3000”, lançado em novembro de 2017 pela Forever Vacation Records, Laja Records e HBB. Veja o clipe: https://youtu.be/W3Fn9tJoIJA.

– Kike Oliveira gravou no começo deste ano, uma de suas apresentações no Pub Beleza Pura na Praia do Rosa em Santa Catarina. Masterizado por Fabrício Jarah e com captação de vídeo de João Soares, o “DVD Compacto”, conta com cinco músicas, sendo a primeira a “Seu Jogo” hit do músico, que está em seu primeiro disco, além de receber um videoclipe. Além da música autoral, o trabalho conta com uma versão da música “Ela Só Quer Paz” do Projota, “Tudo o que ela gosta de escutar” do Charlie Brown Jr, “It’s My Life” do Bon Jovi e a clássica “Mulher de Fases” dos Raimundos. Veja o DVD em https://www.youtube.com/watch?v=Hj6vRji2VQc.

– Petrópolis recebe no dia 22 de abril o Sundaze Stoner Mountains, festival que reúne quatro bandas do novo rock nacional autoral voltado ao stoner e rock psicodélico. Gods & Punks, Blind Horse, Disaster Cities e Laboratório Groove estão escaladas para alucinar o evento que acontece a partir das 14 horas no Saloon Melusine. Sorteio de material de todas as bandas e comercialização especial de cervejas artesanais tornam o Sundaze Stoner Mountains ainda mais imperdível. No dia, um domingo, quem comprar o ingresso também vai concorrer a CDs de três das atrações do evento, que serão sorteados em kit único. Para ter a chance de ganhar, no entanto, é preciso comparecer ao festival! O sorteio acontecerá no dia, com os nomes que os presentes deixarão na entrada. As duas cervejas artesanais que a Bast Bier leva ao Sundaze Stoner Mountains são a Belgian Blond, cerveja clara um pouco adocicada com bastante corpo, e a Stout, estilo irlandesa com aroma bem presente, sabor de grão acentuado e bastante corpo.

SERVIÇO

Sundaze Stoner Mountains em Petrópolis (Rio de janeiro)

Evento: https://www.facebook.com/events/1255732567894077

Bandas: Gods & Punks, Disaster Cities, Blind Horse e Laboratório Groove

Data: 22 de abril de 2018

Horário: a partir das 14 horas

Local: Restaurante Girassol das Araras

Endereço: Estrada Bernardo Coutinho, 2651

Ingresso: R$ 20

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